“
Hope and fear come from feeling that we lack something; they come from a sense of poverty. We can’t simply relax with ourselves. We hold on to hope, and hope robs us of the present moment. We feel that someone else knows what's going on, but that there's something missing in us, and therefore something is lacking in our world.
”
”
Pema Chödrön (When Things Fall Apart: Heart Advice for Difficult Times)
“
I suggest that we reimagine #FOMO as #NOMO, the necessity of missing out,
”
”
Jenny Odell (How to Do Nothing: Resisting the Attention Economy)
“
I’m a creature driven by a combination of guilt and FOMO, which often overrides any sense of self-preservation.
”
”
Colin Jost (A Very Punchable Face)
“
I am the shadow of what we were, and while there is light we exist.
”
”
Luis Sepúlveda (A sombra do que fomos)
“
Sou hoje um caçador de achadouros da infância.
Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos
”
”
Manoel de Barros
“
Rir junto é melhor do que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso.
”
”
Mia Couto (Venenos de Deus, Remédios do Diabo)
“
sabe, Hillé, às vezes penso que fomos pai e filha, mãe e filho, irmão irmã, que houve lutas e nós, e fios de sangue, que eu tinha fome de ti, que eu te matei, que saía de tuas narinas um cheiro de noite dor incesto e violência, que eras velha e moça e menina, que uns guizos em mim se batiam estridentes cada vez que eu te olhava, que havias sido minha desde sempre, barro e vasilha, espelho e amplidão, infinitas vezes nós dois em flashes nítidos rapidíssimos, recortados em ouro, em negro, numa lua esvaída sombra e sépia, nós dois muito claros num parapeito de pedra cor de terra
”
”
Hilda Hilst (A Obscena Senhora D)
“
Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.
”
”
Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo: Diário de Uma Favelada)
“
Éramos os eleitos do sol
E nem demos conta
Fomos os eleitos da mais alta estrela
E não soubemos responder à sua dádiva
Angústia de impotência
A água amava-nos
A terra amava-nos
As selvas eram nossas
O êxtase era o nosso próprio espaço
O teu olhar era o universo frente a frente
A tua beleza era o som do amanhecer
A primavera amada pelas árvores
Agora somos uma tristeza contagiosa
Uma morte antes do tempo
A alma que não sabe em que lugar se encontra
O Inverno nos ossos sem qualquer relâmpago
E tudo isto porque não soubeste o que é a eternidade
Nem compreendeste a alma da minha alma no seu barco de trevas
No seu trono de águia ferida de infinito
”
”
Vicente Huidobro
“
Que sentes tu dentro de ti, Que ninguém se salva, que ninguém se perde, É pecado pensar assim, O pecado não existe, só há morte e vida, A vida está antes da morte, Enganas-te, Baltasar, a morte vem antes da vida, morreu quem fomos, nasce quem somos, por isso é que não morremos de vez, E quando vamos para debaixo da terra, e quando Francisco Marques fica esmagado sob o carro da pedra, não será isso morte sem recurso, Se estamos falando dele, nasce Francisco Marques, Mas ele não o sabe, Tal como nós não sabemos bastante quem somos, e, apesar disso, estamos vivos, Blimunda, onde foi que aprendeste essas coisas, Estive de olhos abertos na barriga da minha mãe, de lá via tudo.
”
”
José Saramago (Baltasar and Blimunda)
“
Até onde eu sei, você pode escolher a forma de contar uma história triste nesse mundo, e nós fomos pela opção divertida...
”
”
John Green (The Fault in Our Stars)
“
Modern humanity is sick with FOMO – Fear Of Missing Out – and though we have more choice than ever before, we have lost the ability to really pay attention to whatever we choose.
”
”
Yuval Noah Harari (Homo Deus: A Brief History of Tomorrow)
“
Nunca confies na memória porque está sempre do nosso lado: suaviza a atrocidade, dulcifica a amargura, põe luz onde só houve sombras. A memória tende sempre à ficção.
”
”
Luis Sepúlveda (A sombra do que fomos)
“
É bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós
”
”
Franz Kafka (The Metamorphosis)
“
The exhausted are the saints of the wasted life, if a saint is a person who is better than others at suffering. What the exhausted suffer better is the way bodies and time are so often at odds with each other in our time of overwhelming and confused chronicity, when each hour is amplified past circadianism, quadrupled in the quarter-hour's agenda, Pomodoro-ed, hacked, FOMO-ed, and productivized. The exhausted are the human evidence of each minute misunderstood to be an empire for finance, of each human body misunderstood to be an instrument that should play a thousand compliant songs at once.
”
”
Anne Boyer (The Undying)
“
This is why people like writing. You visit old friends without having to go on Facebook and see what they’re up to and deal with what idiots called FOMO. You make them into what you want them to be, the people they could be if only they were braver, smarter.
”
”
Caroline Kepnes (Hidden Bodies (You, #2))
“
La libertà è uno stato di grazia e si è liberi solo mentre si lotta per conquistarla.
”
”
Luis Sepúlveda (A sombra do que fomos)
“
The fear of missing out (FOMO) motivates many of us to say yes, even when we lack the time, energy, or money to do so with confidence. We cringe at the mere possibility that we might let an opportunity slip through our fingers. So we say yes when we know we should say no.
”
”
Damon Zahariades (The Art Of Saying NO: How To Stand Your Ground, Reclaim Your Time And Energy, And Refuse To Be Taken For Granted (Without Feeling Guilty!) (The Art Of Living Well Book 1))
“
Como eu te amo (e portanto eu amo-te, sua tola, tal como o mar ama um minúsculo seixo no seu fundo, é exactamente assim que te cubro com o meu amor - e oxalá seja também um seixo ao teu lado, se o céu o permitir), amo o mundo inteiro, a que pertence também o ombro esquerdo, não primeiro era o ombro direito e, por isso, beijo-o quando isso me dá prazer (e tu tens a amabilidade de despir aí a blusa), o ombro esquerdo está também incluído e o teu rosto debaixo de mim no bosque e o repousar no teu peito quase desnudado. E por isso tens razão quando dizes que já fomos um único ser, e não tenho nenhum medo disso, pelo contrário, é a minha única felicidade e o meu único orgulho e não o restrinjo de modo nenhum ao bosque.
”
”
Franz Kafka
“
Não puxei nunca um assunto com meu pai, nem ele. O assunto não é assim, não é uma esteira de opções passando diante de nós e basta pegar um e aqui temos, filha, você achou mais fraca essa escola nova? Não, o assunto é apenas um, ele começa na primeira vez em que nos vemos e vai crescendo junto com o nosso tempo, vai criando ramos, cada dupla tem uma árvore diferente de assunto e o meu pai não cultivava com ninguém, não comigo, nosso assunto morreu em muda, não chegou a fazer nenhum ramo, fomos correndo o nosso tempo um do lado do outro sem que nenhum galhinho nos alcançasse.
”
”
Mariana Salomão Carrara (Não fossem as sílabas do sábado)
“
Pretendem os poetas que tornamos a encontrar por um momento o que fomos outrora, quando entramos em certa casa, em certo jardim em que vivemos na juventude. São peregrinações muito arriscadas, essas, ao fim das quais se colhem tantas decepções como êxitos. Os lugares fixos, coevos de anos diferentes, é em nós mesmos que é melhor encontrá-los.
”
”
Marcel Proust (The Guermantes Way)
“
Fear-of-missing-out is more powerful than fear of losing.
”
”
Naved Abdali
“
FOMO—fear of missing out
”
”
Ana Huang (Twisted Games (Twisted, #2))
“
E avanço e avanço rumo ao que fomos.
”
”
José Luís Peixoto (Morreste-me)
“
Cada um de nós foi uma mentira, mas nós os dois fomos verdade.
”
”
Mia Couto (The Tuner of Silences)
“
Sempre fomos o que os homens disseram que nós éramos. Agora somos nós que vamos dizer o que somos.
”
”
Lygia Fagundes Telles (A Disciplina do Amor)
“
Com todos nós andando com uma sentença de morte gravada na própria pele, qual a necessidade de se punir? Fomos todos considerados culpados de sermos humanos. Existem crimes piores.
”
”
Joe Hill (The Fireman)
“
Believe it or not, my hearing loss does not have me in a constant state of FOMO (fear of missing out). JOMO, the joy of missing out,
is a better description.
”
”
Tiffany Storrs (Adaptability: A True Story About Transforming Pain Into Purpose)
“
Em nós trazemos sempre o que fizemos,
E do que fomos faz-se o nosso ser.
”
”
George Eliot (Middlemarch, Volume 1)
“
Todos tivemos pais, e nem sempre fomos bons filhos, muitos de nós.
”
”
Selma Lagerlöf (The Emperor of Portugalia)
“
(...) uma das coisas mais difíceis de admitir é que não fomos amados quando mais precisávamos. É um sentimento terrível, a dor de não ser amado.
”
”
Alex Michaelides (The Silent Patient)
“
Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos — a ânsia de coisas impossíveis, precisamente porque são impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo. Todos estes meios-tons da consciência da alma criam em nós uma paisagem dolorida, um eterno sol-pôr do que somos. O sentirmo-nos é então um campo deserto a escurecer, triste de juncos ao pé de um rio sem barcos, négrejando claramente entre margens afastadas.
Não sei se estes sentimentos são uma loucura lenta do desconsolo, se são reminiscência de qualquer outro mundo em que houvéssemos estado — reminiscências cruzadas e misturadas, como coisas vistas em sonhos, absurdas na figura que vemos mas não na origem se a soubéssemos. Não sei se houve outros seres que fomos, cuja maior completidão sentimos hoje, na sombra que deles somos, de uma maneira incompleta — perdida a solidez e nós figurando-no-la mal nas só duas dimensões da sombra que vivemos.
Fernando Pessoa : Livro do Desassossego...p. 190
”
”
Fernando Pessoa
“
The 5 Principles of JOMO:
1. JOMO is the opposite of FOMO (the Fear Of Missing Out).
2. JOMO is intentionally choosing what to keep and what to give.
3. JOMO is choosing to ignore the Joneses (NOT just NOT keep up).
4. JOMO is framing the moment to keep the big picture dream in focus.
5. JOMO is the art of improved results with minimalism over maximalism.
”
”
Richie Norton
“
- E lembra-te disto: é sempre fácil olharmos para trás e vermos o que fomos ontem ou há dez anos. O que é difícil é vermos o que somos hoje. Se conseguires isso, vai correr tudo bem.
”
”
Harper Lee (Go Set a Watchman)
“
If we were content with ownership, then we would stop acquiring more stuff. But the combination of the thrill of the chase, the need for status and the crippling sense at the prospect of loss reveal that ownership Is one the strongest human urges and does not easily respond to reason. Of course, most of think we are the exception, but then, that is why we are possessed.
”
”
Bruce M. Hood (Possessed: Why We Want More Than We Need)
“
You need more security than Fish. Plus, I know you. You’re a homebody. You’re gonna want your place to be the hang-out.” “He’s right about that,” Keane says. “You don’t get FOMO, brah. You get JOMO.
”
”
Lauren Rowe (Rockstar (Morgan Brothers, #5))
“
La gente que padece ansiedad mira mucho más las redes sociales como forma de desconexión en su tiempo libre. Pero justo esto es causa de más ansiedad, más FOMO, y crea un círculo vicioso del que es difícil salir.
”
”
Ferran Cases (El cerebro de la gente feliz: Supera la ansiedad con ayuda de la neurociencia (Spanish Edition))
“
People fear different things about death,” I tell her. “Pain. Not finishing something you’re working on. Leaving someone you love. There’s even real FOMO, fear of missing out, of the world going on and you not being here to see it.” “I can’t decide if missing the 2020 election is terrible timing,
”
”
Jodi Picoult (The Book of Two Ways)
“
Americans aren't stupid. We are, however, preternaturally disposed to herd behavior (FOMO), with a strong desire to preserve a sense of individuality and maintain control over our decision making. We're joiners and don't want to be left out of fads; we're also fiercely independent and don't want to be told what to do.
”
”
Holly Whitaker (Quit Like a Woman: The Radical Choice to Not Drink in a Culture Obsessed with Alcohol)
“
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
”
”
Ailton Krenak (O Amanhã Não Está à Venda)
“
Bitcoin is the strongest money we have ever had. It has fixed supplies. HODL it like your life depends on it, because it definitely does. Don't sell cheap.
”
”
Olawale Daniel
“
When you buy a bigger house, another luxury car, or a fancy boat, you are showing people that you used to have money.
”
”
Christopher Manske (The Prepared Investor: How to Prevent the Next Crisis from Affecting Your Financial Independence)
“
Poor Zora – she lived through footnotes.
”
”
Zadie Smith (On Beauty)
“
Life-hoarding (as I coined it) keeps you stuck to your stuff, slow to action, and ironically, makes you miss out on greater joyful experiences.
”
”
Richie Norton
“
Nós nem imaginávamos a crise que perturbava há meses o casamento dos pais. Nem sabíamos quem governava o país. Vivíamos sob a esquisita ditadura da infância: víamos sem enxergar, ouvíamos sem entender, falávamos e não éramos levados a sério. Mas fomos felizes durante o regime. O tecido de nossas vidinhas era escuro e nos escondia completamente, burca sem olhos.
”
”
Victor Heringer (O Amor dos Homens Avulsos)
“
Há essa presunção em quem se sente predestinado às artes, sobretudo à literatura: trabalha-se como alguém que tivesse recebido uma investidura, mas de fato ninguém jamais nos investiu de coisa nenhuma, fomos nós que demos a nós mesmos a autorização para sermos autores, mas lamentamos quando os outros dizem: essa ninharia que você fez não me interessa, aliás, me entedia, quem lhe deu o direito.
”
”
Elena Ferrante (The Lost Daughter)
“
O louco não é o homem que perdeu o juízo, mas sim o homem cujo juízo suplantou tudo o resto. O louco é aquele que vê causas em tudo, e essas causas remontam a outras causas, e a outras ainda mais distantes, e cada uma dessas causas suscita uma dúvida ou ramifica-se imparavelmente. O Diabo continua a rir-se. O outro caminho que podemos seguir é aquele que silencia e que aquieta os demónios. Não foi por acaso que Bosch ou Bruegel ou Goya pintaram o Inferno como uma amálgama de corpos lancinados e pungidos, de bocas abertas, gritando, implorando e rugindo. São as vozes dentro da nossa cabeça, aquelas que não se calam quando tentamos abarcar o infinito. Não fomos feitos para saber tanto, nem tão pouco. Fomos feitos para aprender a silenciar essas vozes que nos enlouquecem. No fundo, nem precisamos de Deus. Precisamos de alívio. Deus, Alívio. Pouco importa o que lhe chamam.
”
”
João Tordo (O Luto de Elias Gro)
“
For many people, it’s about FOMO, the “fear of missing out,” or “the fear of losing a special moment.” Eyal describes this as the brilliant driver for Instagram. And this last part is true: the app at the very least is nearly brilliant. But that moment which he is referring to is not necessarily something special. On the contrary. There aren’t enough special moments, so we end up making do—repetitive and mundane moments are documented instead.
”
”
Erling Kagge (Silence: In the Age of Noise)
“
Ele tem razão. Não somos mais a juventude. Não queremos mais conquistar o mundo. Somos fugitivos. Fugimos de nós mesmos e de nossas vidas. Tínhamos dezoito anos e estávamos começando a amar a vida e o mundo e fomos obrigados a atirar neles e destruí-los. A primeira bomba, a primeira granada, explodiu em nossos corações. Estamos isolados dos que trabalham, da atividade, da ambição, do progresso. Não acreditamos mais nessas coisas; só acreditamos na guerra.
”
”
Erich Maria Remarque (All Quiet on the Western Front)
“
One consequence of the new density of social comparison triggers and their negative feedback loops is a psychological condition known as FOMO (“fear of missing out”). It is a form of social anxiety defined as “the uneasy and sometimes all-consuming feeling that . . . your peers are doing, in the know about, or in possession of more or something better than you.”51 It’s a young person’s affliction that is associated with negative mood and low levels of life satisfaction.
”
”
Shoshana Zuboff (The Age of Surveillance Capitalism: The Fight for a Human Future at the New Frontier of Power)
“
Tenho tentado muito, mas a vida é dura, e sou uma inútil. Não posso nem me considerar uma pessoa independente. Não passo de um parafuso ou dente de uma engrenagem daquela grande máquina que eu chamava de vida, e quando fui expulsa dela descobri que não era útil em nenhum outro lugar. O que fazer quando se descobre que nos encaixamos em um papel apenas? Devemos voltar para isso ou ficar no monte lixo para onde fomos atirados… você não imagina como é a vida no monte de lixo!
”
”
Edith Wharton (A Casa da Alegria)
“
Se não mentir a si próprio, descobrirá que é uma pessoa com limites e deixará de querer ir a todas, como fazem os fóbicos. Também não será dono da verdade nem tão importante como são os paranóicos. Não será o mais perfeito, o que fica para os obsessivos, nem tão brilhante ou poderoso como os histriónicos e psicopatas. Não será uma pessoa muito original, como os esquizofrénicos, nem um génio, como os maníaco-depressivos. Será apenas uma pessoa comum que aceita os desafios e os paradoxos da vida, faz o possível para, em cada momento, dar o que pode e actuar em conjunto com os outros. No entanto, tem de assumir a responsabilidade completa pelas suas acções. Afinal, todos fomos expulsos do Paraíso e condenados à solidariedade. Fizemos das fraquezas forças e, uns com os outros, construímos coisas admiráveis.
Convenhamos, entretanto, que tudo isto é muito complicado, pouco gratificante e difícil de fazer. Fácil, fácil, é mesmo tornar-se doente mental.
”
”
J.L. Pio Abreu (Como Tornar-se Doente Mental)
“
Seu poder constituído para mim é merda, suas instituições para mim são bosta. Vocês chamam dinheiro de verba ou numerário, chamam furto de apropriação, nomeação de eleição, assassinato de execução, vocês se vestem fantasiados e usam palavras que julgam bonitas, assim concluindo que seus atos são legítimos. Podem ser legítimos para vocês, mas não para nós, que nunca fomos nem ouvidos nem cheirados e temos de aceitar o que vocês resolvem por nós e até o que vocês pensam por nós.
”
”
João Ubaldo Ribeiro (Viva o Povo Brasileiro)
“
- Obedecer à sociedade? ... - replicou a marquesa, mostrando-se horrorizada. - É daí, senhor, que provêm todos os males. Deus não fez nem uma só lei para a nossa desgraça. Porém, os homens, reunindo-se, falsearam a sua obra. Nós, as mulheres, somo mais maltratadas pela civilização do que fomos pela natureza. Esta impõe-nos penas físicas que os homens não suavizaram, e a civilização desenvolveu sentimentos que eles enganam incessantemente. A natureza sufoca os seres fracos, os homens condenam-nos a viver para lhes oferecerem uma constante desgraça. O casamento, instituição em que hoje se funda a sociedade, faz-nos sentir todo o seu peso: para o homem a liberdade, para as mulheres os deveres. Nós lhes devemos toda a nossa vida, eles devem-nos apenas raros instantes. (...) Pois bem, o casamento, tal como hoje se efetua, afigura-se-me uma prostituição legal. Daí provieram todos os meus sofrimentos. (...) Fui a própria autora do mal, tendo desejado esse casamento.
”
”
Honoré de Balzac (La Femme De Trente Ans)
“
Não existe maior decepção do que damos-nos conta que não fomos capazes de descobrir a um grande e fiel amigo que sempre esteve presente. Sempre presente, ao nosso lado e sem sequer darmos algum valor. Isso acontece porque os amigos de verdade não precisam de brilhar para serem vistos, os amigos de verdade simplesmente estão. Nos e que devemos ter essa perspicácia de puder descobri-los. Obrigado querida amiga solidão por não me teres decepcionado nunca!
Autor: Sergio Correia.
Warrington, 20/08/2012
Portuguese
”
”
Sergio Figueira Correia
“
mesmos o que nossa inteligência rejeitara, por julgá-lo a última reserva do passado, a melhor, aquela que, quando todas as nossas lágrimas parecem ter secado, sabe nos fazer chorar ainda. Fora de nós? Erre para melhor dizer, mas escondida a nossos próprios olhares, num esquecimento mais ou menos prolongado. É somente graças a tal esquecimento que pode de vez em quando, reencontrar o ser que já fomos, colocar-nos face a face àquela como o era essa criatura, sofrer de novo, porque não somos mais nós mas ele, e é quem amava a pessoa que agora nos é indiferente.
”
”
Marcel Proust
“
Expulso da Athena", dizia me ele, "por ser um judeu branco do tipo que aqueles filhos da puta ignorantes consideram o inimigo. Fomos nós os culpados pelo sofrimento dos negros nos Estados Unidos. Fomos nós que expulsamos os negros do paraíso. E é por nossa culpa que eles se dão mal até hoje. Qual é a principal fonte do sofrimento dos negros neste mundo? Eles já sabem a resposta antes mesmo de assistir às aulas. Eles já sabem sem ter nem que abrir um livro. Sem ter que ler — sem ter que *pensar*. Quem é responsável? Os mesmos monstros maus do Velho Testamento que causaram tantos sofrimentos aos alemães.
”
”
Philip Roth (The Human Stain (The American Trilogy, #3))
“
- Haverá momentos na sua vida em que você vai se perguntar se fez alguma coisa certa na vida - ele disse. - Isso é muito normal. Também é uma pergunta difícil. Por volta de cento e oitenta quilos, acho. Mas é uma que tem resposta. Ela em geral aparece tarde na vida da gente. Não sei se Selma e eu estaremos vivos nessa época. Por isso te digo agora: quando for a hora, quando essa pergunta aparecer e você não souber o que dizer na hora, então lembre que você deu muita alegria à sua vó e a mim, alegria suficiente para dar e vender. Quanto mais velho fico, mais acredito que fomos inventados apenas para você. E se houver um bom motivo para ser inventado, então esse motivo é você.
”
”
Mariana Leky (Was man von hier aus sehen kann)
“
A comum identificação de nosso ego com a consciência patriarcal cerebral, e a correspondente falta de relação com a consciência matriarcal, freqüentemente conduz ao nosso desconhecimento do que realmente nos acontece. Em tais casos, percebemos mais tarde que fomos profundamente impressionados por coisas, situações e pessoas, das quais nosso ego cerebral não tomou qualquer conhecimento. Então, ao contrário, uma falta de reação, convenientemente embaçada aparece em alguém, mas cuja consciência do coração “concebeu “. O fato de que, como um raio, algo ocorreu e foi percebido, tornar-se-á visível mais tarde na frutificação de uma mudança de personalidade. Aqui, a frase de Heráclito continua válida: “A natureza adora se esconder”.
”
”
Erich Neumann (The Fear of the Feminine and Other Essays on Feminine Psychology)
“
That’s the fear of missing out (FOMO for short). It’s the anxiety we feel at the prospect of being unable to take advantage of opportunities. And it’s a common reason many of us say yes even when we realize saying no would be a better decision. For example, at the workplace, we take on new projects because we fear that declining them will impede the advancement of our careers. With our friends, we commit ourselves to activities because we’re afraid to miss out on rewarding experiences. Social media only reinforces this tendency. We’re constantly reading Facebook on our phones and tablets, watching others post about their experiences, and chiding ourselves for not having our own to post. We end up saying yes to things just so we don’t feel left out.
”
”
Damon Zahariades (The Art Of Saying NO: How To Stand Your Ground, Reclaim Your Time And Energy, And Refuse To Be Taken For Granted (Without Feeling Guilty!) (The Art Of Living Well Book 1))
“
estamos para aqui todos fascistas, com pensamentos de um fascismo indelével a achar que antigamente é que era bom, este é o fascismo remanescente que vem das saudades, sabe, acharmos que salazar é que arranjaria isto, que ele é que punha esta juventude toda na ordem, é natural, porque temos medo destes novos tempos, não são os nossos tempos, e precisamos de nos defendermos, quando dizemos que antigamente é que era bom estamos só a ter saudades, queremos na verdade dizer que antigamente éramos novos, reconhecíamos o mundo como nosso e não tínhamos dores de costas nem reumatismo. é uma saudade de nós próprios, e não exactamente do regime e menos ainda de salazar. eu escutava o meu colega silva e não sabia o que pensar, num momento dizia que éramos comunistas, no outro já éramos fascistas, e eu perguntava, isso faz de nós bons homens, ele regozijava, claro que somos bons homens, ó senhor silva, não somos por natureza inquinados de política nenhuma, temos de tudo um pouco mas, sobretudo, temos saudades, porque somos velhos e quando novos a robustez e a esperança curavam-nos de muita coisa, o fascismo dos bons homens, como diz, perguntou o senhor pereira, o fascismo dos bons homens, é o que para aí abunda, já quase não faz mal a ninguém e não é para prejudicar, mas é um sentimento que fica escondido, à boca fechada, porque sabemos que talvez não devesse existir, mas existe porque o passado, neste sentido, é mais forte do que nós. quem fomos há-de sempre estar contido em quem somos, por mais que mudemos ou aprendamos coisas novas.
”
”
Valter Hugo Mãe (A máquina de fazer espanhóis)
“
É no coração que morremos. É aí que a morte habita.
Nem sempre nos damos conta que a carregamos connosco, mas, desde que somos vida, ela segue-nos de perto. Enquanto não somos tomados pela nossa, vamos assistindo e sentindo, em ritmo crescente ao longo da vida, às mortes de quem nos é querido. A morte de um amigo é como uma amputação: perdemos uma parte de nós; uma fonte de amor; alguém que dava sentido à nossa existência... porque despertava o amor em nós.
Mas não há sabedoria alguma, cultura ou religião, que não parta do princípio de que a realidade é composta por dois mundos: um, a que temos acesso direto e, outro, que não passa pelos sentidos, a ele se chega através do coração. Contudo, o visível e o invisível misturam-se de forma misteriosa, ao ponto de se confundirem e, como alguns chegam a compreender, não serem já dois mundos, mas um só.
A Morte que Trazemos no Coração
Só as pessoas que amamos morrem. Só a sua morte é absoluta separação. Os estranhos, com vidas com as quais não nos cruzamos, não morrem, porque, para nós, de facto, não chegam sequer a ser.
Só as pessoas que amamos não morrem. O Amor é mais forte do que a morte. O sofrimento que se sente é a prova de uma união que subsiste, agora com uma outra forma, composta apenas de... Amor. Dói, muito. Mas com a ajuda dos que partem acabamos por sentir que, afinal, não fomos separados para sempre...
O Amor faz com que a nossa vida continue a ter sentido. A partida dos que foram antes de nós ensina-nos a viver melhor, de forma mais séria, mais profunda, de uma forma, inequivocamente, mais autêntica.
”
”
José Luís Nunes Martins
“
studies show that having phones even nearby and face down on silent mode is still distracting. The title of one recent paper by researchers at the University of Texas and UC San Diego said it all: “The Mere Presence of One’s Own Smartphone Reduces Available Cognitive Capacity.” Their study of nearly 800 smartphone users found that those who were told to place their phones in another room performed better on a test of attention than did those allowed to keep the phones by their side. When I spoke with my teenage son about the study mentioned above, he wasn’t surprised by the findings. He said, “Pops, its FOMO” (fear of missing out). Even when not directly holding a phone or gazing at the screen, there is a fear of missing out, so the siren call from the phone still tugs at one’s attention.
”
”
Rahul Jandial (Life Lessons From A Brain Surgeon: Practical Strategies for Peak Health and Performance)
“
A demonização da mulher é um projeto político de poder que nasce com a cultura viriarcal e segue acontecendo de diferentes maneiras ao longo dos tempos, gerando consequências psíquicas para as gerações de mulheres que nascem depois. São séculos sendo retratadas da forma mais aviltante, carregando uma culpa apenas por existir sem que tenhamos compreendido como se instalou e que nos ronda como um fantasma, pois permitimos que esteja ali pela sensação de que nos é familiar. A culpa por dores e sofrimentos que não fomos nós quem criamos. Isso é o que se chama de violência simbólica.
Portanto, um dos nossos maiores desafios enquanto mulheres é nos livrarmos desta carga psíquica que nos oprime a partir de narrativas mitológicas que tentaram nos fazer prisioneiras de culpas estrategicamente inventadas para nós.
”
”
Ingrid Gerolimich (Para revolucionar o amor: A crise do amor romântico e o poder da amizade entre mulheres)
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Somos uma espécie condenada a evoluir, ainda assim acreditamos que uma relação, em algum momento, nos detém, que há uma teleologia do encontro com uma pessoa, com certa pessoa. Como se ser um casal nos levasse para outra dimensão, na qual não pudéssemos nos tornar mais perfeitos ou luminosos do que já somos, um espaço protegido no qual não teríamos vontade de trair a pessoa que conhecemos e ir para a cama com uma que nunca nos será familiar. Ter um vínculo desse tipo quando se é jovem não significa antecipar o tempo, mas sacudi-lo; desmistifica-se a ideia de maturidade como um estágio definitivo da existência, antes dos outros. É uma rebelião íntima diante da lei de que iremos crescer e nos tornar pessoas satisfeitas e imutáveis, quando sempre fomos pontos de partida e repartida; rasgos, suturas e cortes.
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Claudia Durastanti (La straniera)
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Fazer as malas. A maçada da partida. Chaves perdidas, etiquetas por escrever, papel de seda estendido no chão. Detesto isto tudo. Ainda agora, que tantas vezes passei por isso, quando vivo, como se diz, de malas aviadas. Ainda hoje, quando fechar gavetas e esvaziar um guarda-fatos de hotel ou as prateleiras impessoais de uma casa mobilada se tornou uma rotina metódica, apercebemo-nos da tristeza, de um sentimento de perda. Aqui vivemos, fomos felizes. Isto pertenceu-nos, por pouco tempo que fosse. Mesmo que tenham sido só duas noites passadas sob um tecto, deixamos ficar algo de nós. Nada de material, nenhum gancho de cabelo em cima do toucador, nenhum frasco de aspirinas vazio, nenhum lenço debaixo do travesseiro, mas algo indefinível, um momento das nossas vidas, um pensamento, um estado de espírito." in Rebecca
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Daphne du Maurier
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Ontem passeava com o meu amigo Jawdah quando começou a chover. Corremos a abrigar-nos e rimo-nos, pois ficámos completamente encharcados. Pouco depois, mal o tempo melhorou, fomos para casa. Eu fui ao terraço pendurar as minhas roupas, todas molhadas, pois já estava sol. Por coincidência, o meu amigo passou na rua nesse momento, depois de se trocar. Ao passar por baixo do meu estendal, caíram-lhe uns pingos na cabeça. Pensou que estava a começar a chover outra vez, mas eu chamei-o. Quando ele percebeu que os pingos eram da minha roupa, ficou furioso. Insultou-me, subiu as escadas e agrediu-me. Um homem suporta muita água, desde que ela venha dos céus, mas é incapaz de suportar umas gotas se elas vierem de um estendal. Nenhum homem dá socos no céu, mas as pessoas ao nosso lado são mais fáceis de culpar. Com um terramoto ninguém fica furioso, mas se eu abanar alguém sou agredido.
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Afonso Cruz (Para Onde Vão Os Guarda-Chuvas)
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nem sequer telefonaste
tentava caminhar e tudo o que conseguia era bater
com a cabeça no lavatório tentava lembrar-me do meu nome
e só um rápido movimento de barbatanas sujas me aflorou a boca
esperei que viesses ao entardecer
abrisses os braços para mim
esperava que surgisses como um osso de luz reconhecível
mesmo durante a noite esperei
que me prendesses de novo para que não se enchesse o quarto
de peixes de enxofre devoradores de paredes
e tu nunca vieste
mais nada me poderia acontecer
teu rosto chegava-me à memória como mancha de fumo
longínqua nódoa de água e sangue
nos pulsos
uma mancha e tu não chegaste
desculpa
o que te queria dizer talvez não fosse isto
a solidão turva-se-me de lágrimas
e nas pálpebras tremem visões do meu delírio
olho as fotografias de antigos desertos
corpos coerentes que fomos
bocas de papel amarelecido
onde a sede nunca encontrou a sua água
e às vezes ainda tenho sede de ti.
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Al Berto
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Ora, as lembranças de amor não abrem exceção às leis gerais da memória, regidas também estas pelas leis mais gerais do hábito. Como o hábito enfraquece tudo, o que melhor nos recorda uma criatura é justamente o que havíamos esquecido (porque era insignificante e assim lhe havíamos deixado toda a sua força). Eis porque a maior parte da nossa memória está fora de nós, numa viração de chuva, num cheiro de quarto fechado ou no cheiro de uma primeira labareda, em toda parte onde encontramos de nós mesmos o que a nossa inteligência desdenhara, por não lhe achar utilidade, a última reserva do passado, a melhor, aquela que, quando todas as nossas lágrimas parecem estancadas, ainda sabe fazer-nos chorar. Fora de nós? Em nós, para melhor dizer, mas oculta a nossos próprios olhares, num esquecimento mais ou menos prolongado. Graças tão somente a esse olvido é que podemos de tempos a tempos reencontrar o ser que fomos, colocarmo-nos perante as coisas como o estava aquele ser, sofrer de novo porque não mais somos nós, mas ele, e porque ele amava o que nos é agora indiferente.
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Marcel Proust (In the Shadow of Young Girls in Flower)
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Depois do 25 de Abril, por exemplo, tornámo-nos todos democratas. Não nos tornámos democratas por acreditar-mos na democracia, por odiarmos a guerra colonial, a polícia política, a censura, a simples proibição de raciocinar: tornámo-nos democratas por medo, medos dos doentes, do pessoal menor, dos enfermeiros, medo do nosso estatuto de carrascos, e até ao fim da Revolução, até 76, fomos indefectíveis democratas, fomos socialistas, diminuímos o tempo de espera nas consultas, chegámos a horas, conversámos atenciosamente com as famílias, preocupámo-nos com os internados, protestamos contra a alimentação, os percevejos, a humidade, os sanitários, a falta de higiene. Fomos democratas, Joana, por cobardia, pensou ele vendo um bando de rolas poisar num olival, agitar a tranquilidade do olival com o rebuliço do seu voo, tínhamos pânico de que nos acusassem como os pides, nos prendessem, nos apontassem na rua, pusessem os nossos nomes no jornal. E demorámos a entender que mesmo em 74, em 75, em 76, as pessoas continuavam a respeitar-nos como respeitam os abades nas aldeias, continuavam a ver em nós o único auxílio possível contra a solidão. E sossegámos. E passámos a trazer dobrados no sovaco jornais de direita. E sorríamos de sarcasmo ao escutar a palavra socialismo, a palavra democracia, a palavra povo. Sorríamos de sarcasmo, Joana, porque haviam abolido a guilhotina
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António Lobo Antunes (Knowledge of Hell)
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We live in the society of the capitalist spectacle, mate, the more spectacular the better. Build it and they will come, as that old baseball movie says. We worship the event, the occasion, the unmissable show. We want Super Sunday, the Thriller in Manila, the showdown of the century…the things that bring the highest profits for the capitalist organisers. If you’re not at the event, you’re nobody. Life has passed you by. That’s the tyranny of the spectacle. Yet, if you think about it, the spectacle is the biggest joke of all – because all the people at the event are desperate not to be losers. Who wants to be in a collection of people fleeing from fear of failure? Losers and the spectacle go together, the winners performing and the losers watching. The spectacle is how losers numb the pain, how they crave to be part of something, on the winning side for once. The LLN have decided to harness the society of the spectacle too, but not the capitalist version where small groups perform to large groups and get paid a fortune. Instead, the LLN offer the spectacle of life. And Revolution is the greatest spectacle of all.
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Mike Hockney (The Last Bling King)
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When overstimulation has become a fact of life, I suggest that we reimagine #FOMO as #NOMO, the necessity of missing out, or if that bothers you, #NOSMO, the necessity of sometimes missing out.
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Jenny Odell (How to Do Nothing: Resisting the Attention Economy)
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Kiasu is the Hokkien word for “the fear of being left behind” or not getting enough. It’s a common affliction, not only in Singapore, where the phrase originates, but around the world. Far more than FOMO, it’s a grasping insufficiency that drives many people forward.
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Seth Godin (The Practice: Shipping Creative Work)
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Part of the reason we’re all so hooked on distractions is that everybody else is, too. It’s the fear of missing out—FOMO—and we’ve all got it. How will we make small talk if we haven’t seen the latest HBO series, or read the latest Trump tweets, or studied the cool features of the brand-new iPhone? Everybody else is doing it, and we don’t want to get left behind.
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Jake Knapp (Make Time: How to Focus on What Matters Every Day)
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O último será o primeiro; e o primeiro, o último.” O que isso significa, e como isso funciona? Em uma corrida, por exemplo, a única maneira de o primeiro ser o último; e o último, o primeiro, é todos cruzarem a linha de chegada ao mesmo tempo. Se todos cruzarem a linha de chegada exatamente no mesmo momento, o primeiro será o último; e o último, o primeiro. Todos terminam empatados.
O céu não é uma recompensa por um serviço longo ou um trabalho duro. Algumas pessoas servem a Cristo durante toda a sua vida; outros, durante pouco tempo. Todos nós entramos na mesma vida eterna. Todos nós recebemos as mesmas bênçãos espirituais no céu.
Se isso lhe parece injusto, lembre-se de que isso é muito mais do que qualquer um de nós merece. Os benefícios do Reino são iguais para todos porque fomos remidos apenas pela graça de Deus, e por nada além disso. Isso são notícias verdadeiramente boas para você e para mim; não precisamos merecer nosso acesso ao reino. O céu não se baseia em nosso mérito.
Em As parábolas de Jesus comentadas por John MacArthur: Os mistérios do Reino de Deus revelados nas histórias contadas pelo Salvador
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John F. MacArthur Jr.
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Deus, o Pai, é o autor da eleição. Não fomos nós quem escolhemos a Deus; foi ele quem nos escolheu (2Ts 2.13; Jo 15.16). Os pecadores perdidos, entregues a si mesmos, não procuram a Deus (Rm 3.10,11); Deus, em seu amor, é quem procura os pecadores (Lc 19.10). Deus não nos escolheu porque previu que creríamos em Jesus; ele nos escolheu para crermos em Jesus (At 13.48). Deus não nos escolheu por causa da nossa santidade, mas para sermos santos e irrepreensíveis (Ef 1.4). Deus não nos escolheu por causa das nossas boas obras, mas para as boas obras (Ef 2.10). Deus não nos escolheu por causa da nossa obediência, mas para a obediência (1Pe 1.2). A fé, a santidade, as boas obras e a obediência não são a causa, mas o resultado da eleição. A causa da eleição divina não está no objeto amado, mas naquele que ama. Deus nos escolheu não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. A eleição divina é incondicional." p.20
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Hernandes Dias Lopes (Efésios - Igreja a Noiva Gloriosa de Cristo (Efésios - Comentários Expositivos Hagnos))
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When it is Bitcoin; bad or good news doesn't matter too much. Be the long-term HODLER. That is all that really matters in this game of risk and reward.
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Olawale Daniel
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Amara and Silver Streak gallop toward the jump—Amara in a two-point position, hovering just above his back. She gathers her reins and leans into his neck, the thoroughbred gracefully lifts his legs in the air, and she sinks closer to him as they float . . . majestically . . . magically . . . effortlessly . . . through the air. Everyone in the stable stares, spellbound. I hold my breath. The world seems to slow down as I, too, lean forward and shift in my own saddle—soaring vicariously with them. Except I am now moving. And it is not vicarious. “Aaaaaahhhhhh!” Clyde takes off, bounding after Silver Streak. Apparently energized by a serious case of FOMO, Clyde decides he won’t be left behind at the boring ground poles. He strides closer and closer to the oxer as I jostle in my seat, barely clinging to the reins as one of my clumsy feet slips out of its stirrup. I slide off-kilter, slithering down the saddle leather. Suddenly the arena is zipping past me sideways as Clyde’s medium-pizza hooves gallop away. Galumph-galumph-galumph! “Whoa!” I yell, tightening my abs and attempting to grip the reins from my diagonal, half-upside-down position. And just as he’s beginning to stretch his neck into a gigantic leap, snatching us both into the Air o’ Doom, Clyde—for once—listens to me. Swooosh! He slams on the brakes, stopping short and veering left. My body, still screaming along at full speed, misses the memo, flipping above the saddle and then—wheeeeeeeee!—straight over the top rail of the oxer. And into the dirt. Thud. . . . My first jump!
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Carrie Seim (Horse Girl)
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Diligent Prayer for Better Phone Boundaries and Commitment to Self Good spirit May you guide us in better phone boundaries May our commitment to ourselves be rooted in looking away from the bright light of the screen and into the bright light of ourselves May we put the phone down when we want to May we pick it back up when we are ready Good spirit please take away my worry of FOMO Please help me see that the right now in front of me is all the magic I have ever dreamt of, and if it is not lead me back to my commitments and my practice to better do thy will, thy will of looking away from the goddamn phone
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Marlee Grace (Getting to Center)
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Fear of missing out single-handedly caused every single investment bubble inhuman history. No other emotion is more powerful than FOMO.
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Naved Abdali
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If we were content with ownership, then we would stop acquiring more stuff. But the combination of the thrill of the chase, the need for status and the crippling sense at the prospect of loss reveal that ownership is one the strongest human urges and does not easily respond to reason. Of course, most of think we are the exception, but then, that is why we are possessed.
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Bruce M. Hood (Possessed: Why We Want More Than We Need)
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Muitos de nós fomos criados em uma subcultura cristã de expectações, chamados para nos transformar ou mudar o nosso mundo, para ter resultados mensuráveis. Sempre tem de haver a 'cause du jour' (causa do dia) que justifique nosso envolvimento. De outra maneira, a vida na igreja seria simplesmente ordinária demais. Como em todas as áreas da vida, passamos a acreditar que o crescimento em Cristo - tanto de indivíduos quanto das igrejas - pode e deve ser programado para gerar previsíveis resultados nada realistas e nem mesmo biblicamente justificados. Queremos grandes resultados - antes e não mais tarde. Esquecemo-nos de que Deus distribui seus dons extraordinários por meios ordinários de graça, nos ama através de portadores da sua imagem que são semelhantes e comuns, e nos envia ao mundo para amar e servir ao próximo em chamados comuns.
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Michael Scott Horton (Simplesmente crente: por uma vida cristã comum (Portuguese Edition))
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There is one thing that you need to know about the negative market movement; the bigger the dip, the bigger the rip.
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Olawale Daniel
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We live in never-ending fear of missing out because deep down we feel inadequate and insecure about who we really are
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Desi Anwar (Going Offline: Menemukan Jati Diri di Dunia Penuh Distraksi)
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Diz a ministra Damares: "A igreja evangélica perdeu espaço na história. Nós perdemos o espaço na ciência quando nós deixamos a teoria da evolução entrar nas escolas, quando nós não questionamos. Quando nós não fomos ocupar a ciência. A igreja evangélica deixou a ciência para lá e 'vamos deixar a ciência sozinha, caminhando sozinha'. E aí cientistas tomaram conta dessa área", diz a ministra no vídeo. Vamos lembrar que ciência não separa pessoas entre religião, sim usando artigos. Quando vai publicar um artigo, ninguém de pergunta sua religião, nem instituição. O processo de revisão de artigos é cego.
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Jorge Guerra Pires (Ciência para não cientistas: como ser mais racional em um mundo cada vez mais irracional, vol. 1 (Bolsonarismo) (Inteligência Artificial, Democracia, e Pensamento Crítico) (Portuguese Edition))
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FOMO—fear of missing out—hitting me hard.
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Ana Huang (Twisted Games (Twisted, #2))
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1. Create intimacy: You’ll get more trust—and capture the attention of your prospects—by establishing a personal connection. Your emails should read as if one person has written it to another: one to one. This can be achieved by: using a personal, or plain-text template; using “you” instead of “we”, or “I”; telling stories; and making good use of personalization. For an even greater effect, you can add subtle personalization throughout your copy. For example: “…this is what we’ve heard from other people in [ Tampa ]”. 2. Make users feel special: On top of personalization, you can create exclusivity: “This offer is only for our most engaged users” “…it’s for early adopters” Or appeal to vanity: “Our most successful users want to feel this way…” 3. Demonstrate that you understand their reality: You can create obvious qualifications everyone wants to have assigned to themselves, for example “…people who care about maximizing their return on investment”; or “…savvy marketers”. Illustrate product benefits and value with clear examples that relate to the unique situation of your users. 4. Create urgency: As Zapier did, you can also get creative with deadlines. Use coupons with limited-time offers to accentuate the fear of missing out (FOMO)17: “Offer only available until June 4th…” “Only a few people get this plan…” 5. Use clear actions: Use a CTA that clearly establishes the next steps. Repeat it throughout the email, coming at it from different angles. Use the P.S. to attract the eye and to reinforce the action you want users to take (when appropriate). Keep your emails simple and your messaging scannable. It’s important for users to be able to get the email at a glance. Short and sweet often outperforms long and complex emails. You want a near-instant reaction from your readers. Your email has to build up to the desired action. Use copy to overcome objections, and accentuate the desire to buy or engage. A good email has to: capture attention through the subject line, personalization, or a story; build reader interest by demonstrating either the benefit or the problem; build desire to act by creating information gaps, time constraints, or the fear of missing out; and drive action through a well-timed CTA, telling users exactly what you want them to do. These are really just the four steps of the AIDA model18 (Attention, Interest, Desire, and Action) applied to email copywriting. Don’t get intimidated by copywriting. Emails that are too polished often don’t work as well. Get started crafting your own email offers. We’ll get started working on subject lines in the next chapter.
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Étienne Garbugli (The SaaS Email Marketing Playbook: Convert Leads, Increase Customer Retention, and Close More Recurring Revenue With Email)
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Uma coisa todas temos em comum: seja pela privação da sexualidade ou pela hipersexualização, fomos e somos constantemente privadas do desenvolvimento pleno e autônomo da nossa sexualidade.
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Marcela Mc Gowan (Senta que nem moça: Um guia descomplicado sobre sexualidade e prazer (Portuguese Edition))
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Rhage susteve a respiração. O seu coração falhou uma pulsação, abrandando.
– Repete o que disseste – sussurrou ele.
– O meu nome é Mary Luce. Sou amiga da Bella… Trouxemos um rapaz, O John Matthew. Fomos convidados.
Rhage estremeceu, uma fragância balsâmica emanou da sua pele. O tom musical da voz dela, o ritmo do seu discurso, o som das suas palavras, tudo o trespassou, acalmando-o, consolando-o. Prendendo-o docemente.
Fechou os olhos.
– Continua a falar.
– O quê? – perguntou ela, desconcertada.
– Fala. Fala comigo. Quero ouvir a tua voz outra vez.
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J.R. Ward (Lover Eternal (Black Dagger Brotherhood, #2))
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Sabe, minha filha, Deus não criou ninguém menos. Embora existam diferentes níveis de evolução e alguns estejam mais conscientes do que outros, a essência divina está em todas as pessoas. As leis dos homens podem ser falhas, mas as leis universais funcionam igualmente para todos. Você tem tanto poder quanto aqueles que têm sorte. Depende da maneira como enxerga a vida. — Não consigo enxergá-la de maneira positiva. Depois do acidente, fiquei traumatizada. — Você ficou parada em um momento que, por mais doloroso que tenha sido, passou. Tudo passa, minha filha, seja sofrimento ou alegria. O interessante é que o sofrimento passa e deixa tristeza em nossa alma. A alegria passa, mas deixa um rastro de força, de revigoramento, de certeza de que fomos criados para a felicidade.
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Marcelo Cesar (O que Importa é o Amor (Portuguese Edition))
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Oh ya? Bukan karena mau tahu hidup orang lain sampai mana? Kalau udah tahu, kamu merasa ketinggalan karena belum bisa melakukan apa yang orang lain lakukan itu. Ya, kan? Padahal seandainya kamu nggak tahu dan nggak melakukan pun, nggak apa-apa. Kamu jadi gelisah, khawatir jadi cupu, dan merasa jadi remahan rengginang di dasar stoples. Akhirnya kamu ngerasa yang kamu punya sekarang itu nggak cukup. Tahu nggak itu namanya apa? FOMO, Sof. Fear of Missing Out.
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Altami N.D. (Penaka)
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O discurso profético traz em si verdades universais e transcendentes. Quando foi dito: “Meu Reino não é deste mundo”, fomos orientados a direcionar nossa fé para além deste mundo, para a promessa da eternidade. Qual é o verdadeiro Evangelho que temos aprendido? Aquele que promete riquezas terrenas, nos envaidece e nos corrompe com promessas materiais. Maldito seja quem distorce a Palavra para satisfazer sua própria vontade, buscando a eternidade em prazeres temporais. Essa pessoa será condenada, assim como a semente que não frutifica. Também foi dito: "Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração". Onde está a fé do seu coração: nas coisas deste mundo ou na promessa da eternidade? Devemos restaurar o verdadeiro significado do Evangelho, que emana do coração - o tesouro eterno que não pode ser roubado, sempre presente aqui e agora – o Amor do Senhor. A salvação já chegou, mas nós, cegos, não a reconhecemos. Nem que a tocássemos a teríamos realmente percebido. São cegos, surdos e ignorantes quanto à verdade da Salvação, pois assim quis o Senhor. “Não dai pérolas aos porcos”. Pois, quando o discípulo estiver pronto, o mestre surge. Buscai na palavra e na reflexão a verdade que existe para além do tempo. A correta interpretação da palavra deve buscar isso.
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Geverson Ampolini
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Se fomos fazer uma analogia. O cérebro seria um computador, e seu funcionamento seria através de um software, chamado Darwin; alguns usam a alternativa chamado Deus.
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Jorge Guerra Pires (Ciência para não cientistas: como ser mais racional em um mundo cada vez mais irracional, vol. 1 (Bolsonarismo) (Inteligência Artificial, Democracia, e Pensamento Crítico) (Portuguese Edition))
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Serious case of FOMO.’ ‘Quit using acronyms way below your age range, partner,’ she said, mentally checking off the list in her head.
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Angela Marsons (Bad Blood (DI Kim Stone, #19))
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I’m a creature driven by a combination of guilt and FOMO, which often overrides any sense of self-preservation
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Colin Jost (A Very Punchable Face)
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Demorei mais do que previa com esta carta, mas sei como é perder alguém amado. Sentir que fomos deixados para trás ou que sua vida está destroçada, sem manual que ensine a se remendar. Porém, o tempo irá curá-la devagar, como faz comigo. Há dias bons e dias difíceis. Seu luto nunca terá fim por completo; sempre vai acompanhá-la - uma sombra que você carrega em sua alma -, mas se tornará mais fraco conforme sua vida se tornar mais forte. Você aprenderá a viver afastada dele outra vez, por mais impossível que pareça. Outros que compartilham sua dor também a ajudarão a sarar. Porque você não está só. Não no medo, nem no luto, nas esperanças ou nos sonhos. Você não está só.
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Rebecca Ross (Divine Rivals (Letters of Enchantment, #1))
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Eu queria tanto te odiar, queria odiar você por cada dia em que eu pensava em te ligar, cada noite que eu virei acordado por não conseguir parar de pensar em você. Eu queria te odiar, porque o ódio não é um sentimento tão complexo. Mas eu não conseguia, porque quando eu pensava em você, eu lembrava de todas as vezes em que matamos aula para ir a praia, de cada filme que fomos ver no cinema, de você sussurrando que me amava, de todas as vezes em que eu entrei escondido no seu quarto.
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GABBIE OLIVEIRA (NOSTALGIA (Volume 1) (Portuguese Edition))
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When you have peace & purpose, you don't 'need' escapism
For sure, let your hair down & treat yourself every so often, but never get FOMO
"Missing out" on shallow, superficial, temporary fun, material and things to build, create & provide is never a loss.
Stay focussed!
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Henry Joseph-Grant
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Signs of revenge, manipulation, superiority, desires, entitlement, criticism, depression etc. are signs of false ego. Wrong education, wrong conditioning, motivations of amassing wealth, trying to be socially relevant and escaping FOMO are the biggest contributors to building up false ego.
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Anirudh Agrawal (The Science of Spiritual Enlightenment: A Book for Eternity)
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This is why the idea of having children has been intentionally socially engineered out of people. The natural impulse to produce offspring has been carefully and deliberately severed from sexual desire, all the cultural and social mores governing sex that funneled the young toward family formation have been demolished. This is why a life of perpetual adolescence is glorified. All of our young people have been psyopsed into adopting the fruitless, nihilistic, and consumeristic lifestyle of the homosexual, whether or not their hearts have been groomed into those particular sexual perversions. The intentionally childless, consumerist, permanent adolescent is gay, whether he sexually desires his same sex or not. It is important for us to be aware that this has been programmed into the hearts of the young, so that we can teach our children to hate it. It is simply not enough to keep your kids from watching movies or having access to the internet when they are in your home. No matter what you do, the magical dark liturgy that runs twenty-four seven will still be out there, and the likelihood that your children will have FOMO (fear of missing out) will be high. But teaching your children to hate it is far more important than keeping it hidden away from them. They should learn specifically why they ought to despise everything from Trashworld. In your house they should mature to recognize that the glories of this disgusting world of ugliness are nothing but hideous monstrosities.
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Andrew Isker (The Boniface Option: A Strategy For Christian Counteroffensive in a Post-Christian Nation)