Andrei Bely Petersburg Quotes

We've searched our database for all the quotes and captions related to Andrei Bely Petersburg. Here they are! All 13 of them:

People as such do not exist: they are all 'things conceived
Andrei Bely (Petersburg)
In the lacquered house the storms of life took their course quietly; nevertheless the storms of life here took their course calamitously: they did not thunder with events; they did not shine a cleansing light into the inhabitants’ hearts with arrows of lightning; but from a hoarse throat they wrung the air in a torrent of poisonous fluids; and in the consciousness of the inhabitants cerebral games swirled round, like dense gases in hermetically sealed jars.
Andrei Bely (Petersburg)
He tried not to think, not to understand: could there be any understanding of this? This had come, had crushed, and was roaring. If you thought about it--you would throw yourself through a hole in the ice. In his soul something bellowed piteously like a bullock under the knife in the slaughterhouse.
Andrei Bely (Petersburg)
As ruas de Petersburgo possuem uma propriedade indubitável - a de transformar transeuntes em sombras.
Andrei Bely (Petersburg)
A renda transformou-se em Petersburgo matinal: lá estavam os prédios de cinco andares cor de areia; o palácio ruivo-avermelhado coloriu-se de aurora.
Andrei Bely (Petersburg)
Once [the Senator's] brain has come into play with the mysterious stranger, that stranger exists, really does exist: he will not disappear from the Petersburg prospects while a senator with such thoughts exists, because thought, too, exists. And so let our stranger be a real live stranger! And let my stranger's two shadows be real live shadows! Those dark shadows will follow, they will follow on the stranger's heels, in the same way as the stranger himself will directly follow the senator; the aged senator will pursue you, he will pursue you, too, reader, in his black carriage: and from this day forth you will never forget him!
Andrei Bely
Tu, Rússia, és como o cavalo! Dois cascos dianteiros projetados para a escuridão, pasa o zazio; e os dois cascos traseiros cravados firmemente no solo de granito. Queres tu também te separar da pedra que te segura, da mesma maneira que alguns dos teus filhos loucos que se apartaram do torrão pátrio - queres tu também te separar da pedra que te sustenta e ficar suspensa no ar, sem rédeas, para precipitar-te depois no caos das águas? Ou talvez queira lançar-te, rompendo as neblinas, através do espaço, para desaparecer, juntamente com os teus filhos, nas nuvens? Ou, empinada, puseste-te a meditar por muitos anos, oh, Rússia, diante do terrível destino que aqui te lançou - no meio deste norte soturno, onde até o ocaso leva muitas horas, onde o próprio tempo se lança, ora na noite gelada, ora - no resplendor do dia? Ou, temerosa do salto, baixarás novamente os cascos para levar, bufando, o enorme Cavaleiro das terras ilusórias para o fundo dos espaços planos? Que assim não seja!... Tendo uma vez se empinado e medido o espaço com o olhar, não baixará mais os cascos: o salto sobre a história: haverá; haverá uma grande agitação, rachar-se-á a terra; abalados pelo grande temor, irão ruir os próprios montes e as planícies queridas virarão um mar de corcovas. Nijni Nóvgorod, Vladímir e Uglitch ficarão sobre as corcovas. Mas Petersburgo afundará. Nesses dias todos os povos da terra irão arremeter-se de seus lugares; haverá uma grande batalha, - uma batalha inédita no mundo: hostes amarelas de asiáticos deixarão os locais tradicionais de sua habitação para manchar os campos da Europa com oceanos de sangue; haverá, haverá - Sushima! Haverá - uma nova Kalka!... Campo de Kulikovo, à tua espera estou! E neste dia o último sol resplandecerá sobre a minha terra pátria. Se, oh, Sol, se tu não nasceres, então, oh, Sol, as costas européias irão afundar sob o pesado calcanhar mongólico, e sobre essas costas irá encrespar-se a espuma; criaturas nascidas na Terra descerão novamente para o fundo dos oceanos - para o caos, progênito a muito tempo esquecido... Nasce, oh, Sol!
Andrei Bely (Petersburg)
E Serguei Sergueievitch fez barba e bigode: e tinha agora o aspecto de um perfeito idiota.
Andrei Bely (Petersburg)
Из неоформленной глины общества хорошо лепить в вечность замечательный бюст.
Andrei Bely (Petersburg)
Изморось поливала прохожих: награждала их гриппами; вместе с тонкою пылью дождя инфлуэнцы и гриппы заползали под приподнятый воротник: гимназиста, студента, чиновника, офицера, субъекта; и субъект (так сказать, обыватель) озирался тоскливо; и глядел на проспект стерто-серым лицом; циркулировал он в бесконечность проспектов, преодолевал бесконечность, без всякого ропота — в бесконечном токе таких же, как он,— среди лёта, грохота, трепетанья, пролеток, слушая издали мелодичный голос автомобильных рулад и нарастающий гул желто-красных трамваев (гул потом убывающий снова), в непрерывном окрике голосистых газетчиков.
Andrei Bely (Petersburg)
It is good to model from the unformed clay of society a bust that will be memorable for eternity
Andrei Bely (Petersburg)
To the degree in which he became persuaded of Ableukhov’s involvement in the matter concerning the exposure of T.T., so did the terror-laden, oppressive feeling that had gripped him during his conversation with the person die away; something light, almost carefree entered his soul. Aleksandr Ivanovich had for some reason long had an especial hatred of the senator: Apollon Apollonovich inspired him with an especial revulsion, similar to the revulsion inspired in us by a phalanx, or even a tarantula; on the other hand, at times he liked Nikolai Apollonovich; but now the senator’s son had united for him with the senator in a single spasm of revulsion and in a desire to root out, exterminate this tarantula-like breed.
Andrei Bely (Petersburg)
A Petersburg street in autumn permeates the whole organism: chills the marrow and tickles the shuddering backbone; but as soon as you come from it into some warm premises, the Petersburg street runs in your veins like a fever. The
Andrei Bely (Petersburg)