“
Senang definisi gue: elo tertawa lepas. Senang definisi elo? Mungkin gue nggak akan pernah tahu karena setiap gue mencoba melakukan hal-hal manis yang gue lakukan dengan perempuan lain yang sepanjang sejarah tidak pernah gagal membuat mereka kelepek-kelepek, ucapan yang harus gue dengar hanya, "Harris darling, udah deh, nggak usah sok manis. Go back being the chauvinistic jerk that I love." That's probably as close as I can get hearing that she loves me. (Harris)
”
”
Ika Natassa (Antologi Rasa)
“
A traves del telescopio, el mundo estaba mas cerca y era mas grande d elo que habia imaginado. Y todo era tan hermoso y sobrecogedor y...no lo se... me hizo ser consciente de que habia algo dentro de mi que importaba.
”
”
Benjamin Alire Sáenz (Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe (Aristotle and Dante, #1))
“
She's sweet on Wagner.
I think she'd die for Beethoven.
she loves the way Puccini lays down a tune,
and Verdi's always creeping from her room.
”
”
Electric Light Orchestra (ELO Classics)
“
Esse dia foi memorável para mim, pois causou grandes mudanças no meu destino. Mas é assim com todo mundo. Subtraia um determinado dia de sua vida e veja que, sem ele, sua vida teria tomado um rumo diferente. Faça uma pausa por um instante, leitor, e pense na comprida corrente de ferro ou de ouro, de espinhos ou flores, que jamais se lhe estaria ligada, se um certo dia memorável não tivesse formado o primeiro elo dessa corrente.
”
”
Charles Dickens (Great Expectations)
“
Ameikh ami, ve’Elo-hai-ikh Elo-hai—Your people shall be my people, and your God my God.
”
”
Joseph Telushkin (Jewish Literacy)
“
Nosotros escuchábamos a los Adverts y a los Jam, a los Stranglers, los Clash y los Sex Pistols. Aunque en las fiestas, la gente ponía a la ELO, o a 10cc o, incluso, a Roxy Music.
”
”
Neil Gaiman (El cementerio sin lápidas y otras historias negras)
“
Nomes são o elo da História, e precisamos de um senso da nossa História para definirmos a nós mesmos.
”
”
Haruki Murakami (Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage)
“
Senang definisi gue: elo tertawa lepas.
”
”
Ika Natassa (Antologi Rasa)
“
A ligação que faltava entre as grandes civilizações do planeta, um elo que vem explicar o que a Humanidade nunca conseguiu decifrar. Onde está a conexão entre a magnânima civilização do Egipto e as dos Maias e Incas? Está nos Açores!
”
”
Pedro Almeida Maia (Capítulo 41: A Redescoberta da Atlântida)
“
A globalização tornou os habitantes de um país extremamente dependentes de mercados situados noutros pontos do mundo, mas a automatização pode desfazer grandes porções desta rede comercial, com consequências desastrosas para os elos mais fracos.
”
”
Yuval Noah Harari (21 lições para o século 21 (Portuguese Edition))
“
Sellaista on elo Suomen metsäisellä kamaralla; kaikki vieras ja outo kuolee, mielikuvitus katkoo siipensä, kaikki rehevä täällä taitetaan, kirkkaammat kukat lakastuvat kovin varhain ja vieraat, suurisilmäiset, helmiäiskoristeiset linnut murtavat hennon nokkansa lintulaudan talikönttiin.
”
”
Veikko Huovinen (Lyhyet erikoiset)
“
ELOS INSTITUTE, BRAZIL FROM POWER TO PLAY On the warrior’s path, it is up to you to discern which threads have been woven by divine hands and which have been woven by human hands. When you begin to discern the difference, you become a Txucarramãe—a warrior without weapons. … When you discover what you have been doing with your life and how it is you dance through the world, little by little you let go of your weapons, those creations made to kill creations. Suddenly, you discover that when we stop creating enemies, we extinguish the need for weapons. —Kaká Werá Jecupé Indigenous teacher in Brazil
”
”
Margaret J. Wheatley (Walk Out Walk On: A Learning Journey into Communities Daring to Live the Future Now)
“
Pense num dia qualquer, e o subtraia, e veja que, sem ele, a sua vida teria um rumo inteiramente diferente. Faça uma pausa, você que lê estas palavras, e, por um momento, pense na imensa corrente de ferro ou de ouro, de espinhos ou flores, que talvez jamais o tivesse encadeado, não fosse a formação do primeiro elo de um dia memorável.
”
”
Charles Dickens (Great Expectations)
“
But a bond is a bond. And when you’re young and haven’t yet learned to live in your own solitude, even a destructive bond can seem better than none.
”
”
Elisabeth Elo (North of Boston)
“
Fechei os olhos e prestei bastante atenção aos descendentes do Sputnik, mesmo agora circulando ao redor da Terra, a gravidade seu único elo com o planeta. Almas solitárias de metal, na escuridão desobstruída do espaço, encontravam-se, passavam umas pelas outras e se separavam, nunca mais se encontrando. Nenhuma palavra entre elas. Nenhuma promessa a cumprir.
”
”
Haruki Murakami (Sputnik Sweetheart)
“
Mas viera a descobrir, nas décadas que se seguiram, que me enganara, que se tratava de uma corrente cujos elos eram cada vez maiores: o bairro remetia para a cidade, a cidade para a Itália, a Itália para a Europa, a Europa para todo o planeta. E hoje vejo as coisas assim: não é o bairro que está doente, não é Nápoles, é o globo terrestre, é o universo, ou os universos. E a habilidade consiste em esconder, e em evitarmos ver, o verdadeiro estado das coisas.
”
”
Elena Ferrante
“
de tantas fobias embutidas
por que dói tanto
lembrar a lâmina do desprezo, do abandono?
por que isso nos tira o sono?
corte profundo
mergulho no inicial pavor de vir ao mundo
assim, nossa precisão de amor
elos com seres únicos
após instantes de estalo
para sempre indeléveis perto e distante
rejeição e abandono retomam a soma
de nossos gritos para audições moucas
nos põem no sufoco, matam
com a ausência daquelas pessoas
essenciais em nossa vida
e tão poucas
sob escombros de rejeição e abandono
renascemos monstros
mas se a concha do aconchego se abre
acordamos serenos, sóbrios
para o se dar prontos.
”
”
Cuti (Ritmo humanegrítico: Antologia poética (Portuguese Edition))
“
Here there was a cheerful boy
At least he created tales and lived in joy.
Nursery rhymes his grandmother told,
Songs and tales emerged gladly in gold.
Caring heart, affection spoke loud as brighter,
He made the decision: he would be a writer!
Rising laughters, crying tears, many feelings,
Inserted everything and nothing was in vain.
So he transformed the ugly into beautiful,
Tales to amuse and make everyone sane,
In there he went, without daydreams or zeal.
As such it was born the icon of literature still.
No one denied he was exceedingly bountiful.
A ballerina loves the soldier in his world,
Nothing gets involved in his fairy tales,
Dancing from a poor weak boy to a king,
Eccentric prince of charm in winged corners!
Rare star of sweet tenderness,
Sensible and masterful in tenderness,
Emchanted kingdom of dreams and candor,
Now a divine fire of a soul he shines.
Havia um menino alegre porem so
Ao menos criava contos e deles vivia
Nas historias que contava sua avo,
Seus contos surgiam pois ele os via.
Carinho nao faltava em seu coracao ator,
Havia tomado a decisao: seria escritor!
Risos, lagrimas, sentimentos saos,
Inseria tudo e nada era em vao.
Transformava ate o feio em belo,
Inadvertia e divertia com seu elo,
Adiante ia, sem devaneios e zelo.
Nascia assim o icone da literatura.
A bailarina ama o soldado em seu mundo,
Nada se interpunha em seus contos de fadas,
De pobre menino fraco e cogitabundo,
Era principe de encantos em cantos alados!
Rara estrela de doce brandura,
Sensata e magistral em ternura,
Em seu reino de sonhos e candura,
No fogo divino de sua alma fulgura.
”
”
Ana Claudia Antunes (ACross Tic)
“
As qualidades que um determinado período considera belas nas mulheres são apenas símbolos do comportamento feminino que aquele período julga ser desejável. O mito da beleza de fato sempre determina o comportamento, não a aparência. A competição entre as mulheres foi incorporada ao mito para promover a divisão entre elas. A juventude e (até recentemente) a virgindade são "belas" nas mulheres por representarem a ignorância sexual e a falta de experiência. O envelhecimento na mulher é "feio" porque as mulheres, com o passar do tempo, adquirem poder e porque os elos entre as gerações de mulheres devem sempre ser rompidos. As mulheres mais velhas temem as jovens, as jovens temem as velhas, e o mito da beleza mutila o curso da vida de todas. E o que é mais instigante, nossa identidade deve ter como base nossa "beleza", de tal forma que permaneçamos vulneráveis à aprovação externa, trazendo nossa autoestima, esse órgão sensível e vital, exposto a todos.
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Naomi Wolf (The Beauty Myth)
“
Para provar que certo acontecimento é real, precisamos nos basear em alguma realidade. Nossas memórias e sensações são incertas e parciais demais. Em muitos casos é impossível distinguir se um fato que acreditamos perceber é mesmo um fato ou apenas algo que nós percebemos como fato. Então, para fixar uma realidade como tal, precisamos de mais uma realidade - uma realidade adjacente - a partir da qual podemos relativizá-la. Porém, essa realidade adjacente também demanda alguma base para se confirmar como realidade. Ou seja, há outra realidade adjacente, que prova que a anterior é real. Essa cadeia se estende a perder de vista em nossa mente, e não seria exagero dizer que em certo sentido é justamente essa continuidade, a manutenção dessa cadeia, que forma a existência de cada um de nós. Mas se, por algum motivo, um elo dessa corrente se parte, você fica desorientado. Qual é a verdadeira realidade? Aquilo que há para além da ruptura, ou o que há do lado de cá?
”
”
Haruki Murakami (South of the Border, West of the Sun)
“
O século XIX foi o ‘século da História’, porque foi igualmente o ‘século do culto dos mortos’. É certo que o cristianismo continuou a fornecer, ainda que com modificações, a narrativa cósmica, histórica e escatológica que dava sentido à vida individual e colectiva. Porém, os tempos modernos – com a sua centração mais subjectiva e imanente, e com a sua crescente crença na capacidade gnosiológica e ética da razão autónoma (sonho de poder expresso no novo ideal de ciência, nas novas concepções ético-sociais e políticas, e nos novos postulados da inteligibilidade do universo e da perfectibilidade humana) – conduziram a uma visão mais secularizada do mundo. Lentamente, esta alterou o modo como o homem ocidental concebia as suas relações com o espaço e com o tempo, provocando inevitáveis mudanças no campo tanatológico, em consequência de uma mais clara assunção do valor da história e da memória.
Fosse em termos exclusivos, ou em coexistência com a esperança transcendente, o aperfeiçoamento memorial aos mortos foi uma atitude que, embora enraizada no núcleo familiar, acabou por ser reproduzida por todos os grupos sociais (associações, partidos, Estado). E pode dizer-se que a sua gestão se mostrou tanto mais planificada, quanto mais extensa e contraditória era a sociabilidade que o culto pretendia reforçar, característica que permitiu pôr a nu a ligação estreita entre o(s) poder(es).
Não admira que tenham sido os meios agnósticos e materialistas, cujas expectativas se limitavam à sobrevivência memorial, a destacarem, com mais enfase, estes elos, bem como a função social das práticas evocativas e comemorativas. Por isso, este estudo, ao procurar apreender os caminhos que levariam ao céu da memória, teve de articulá-los com as lutas pela secularização dos cemitérios, de modo a poder demonstrar que tais reivindicações se inseriam no combate pelo reconhecimento dos direitos fundamentais do indivíduo, e pela realização do ideal moderno de cidadania.
”
”
Fernando Catroga (O Céu da Memória: Cemitério Romântico e Culto Cívico dos Mortos em Portugal (1756-1911))
“
Para que algo quede escrito no hace falta solamente el deseo puesto en juego a través de la mano que escribe el texto, también hace falta un papel o equivalente (cualquier sustancia material) en el que el trazo pueda quedar registrado.
Mientras escribimos, por lo general nos olvidamos del papel, atentos sólo a las palabras que queremos dejar allí; pero forzosamente pasamos a tenerlo en cuenta cuando alguna de las características materiales del papel dificulta que las letras queden escritas con claridad.
Todo bebé nace inmerso en un baño de lenguaje. Esta cacofonía significante -insignificante para el bebé en sus primeros tiempos en cuanto a su sentido- le llega filtrada por el Otro real, encarnado en la persona que ejerce la función materna, quien va escribiendo las primeras letras en su cuerpo, desde cada acto cotidiano con el que posibilita el curso de su vida de bebé. Block maravilloso mediante, de una u otra manera, el archivo queda registrado en el sistema nervioso central.
Sobre los bebés que nacen normales, los padres normales escriben sin siquiera darse cuenta. Una madre puede no recordar en qué momento su bebé dijo ajó por primera vez, o sostuvo la cabeza, o se sentó, o agarró un sonajero, o se paró solo agarrado a los barrotes de la cuna, puede ni siquiera saber si pasó o no pasó por la angustia d elos ocho meses, pero si su bebé pudo pasar por cada uno de semejantes avatares fue porque ella, sin saberlo, sabía qué tipo de sosten o de objeto, distintos cada día, requería la crianza de su hijo.
(...) A veces nos encontramos con padres acerca de los cuales todo nos hace suponer que de haberles nacido un bebito orgánicamente normal, éste se habría convertido en un niño neurótico cualquiera, sin mayores complicaciones que su propia singularidad; pero les tocó un hijo que, al ser portador de una falla detectable, hirió su narcisismo de tal forma que no resultó posible que el pequeño bebé recibiera la serie de inscripciones que previsamente le estaba destinada.
Otras veces, lo que toca es un hijo sin ninguna falla detectable en lo inmediato, pero cuya dotación biológica no ofrece las respuestas que normalmente realimentan el llamado del Otro, provocando una serie de desencuentros entre madre e hijo que sólo se advierte mucho más tarde, cuando las producciones del niño no alcanzan las esperables a su edad o lo hacen de manera muy extraña.
”
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ELSA CORIAT (Unknown Book 9725607)
“
O pilar e o anel em forma de círculo representam os princípios masculino e feminino. Na Grécia antiga o pilar era o "hérnia" que ficava do lado de fora da casa representando Hermes, enquanto a lareira redonda no interior simbolizava Héstia. Na índia e em outras partes do leste, o pilar e o círculo ficam "copulados". O lingam, ou símbolo fálico, penetra o yoni ou anel feminino, o qual se estende sobre ele como num jogo infantil de arremesso de argolas. Lá o pilar e o círculo juntavam-se, enquanto os gregos e os romanos conservavam esses mesmos dois símbolos de Hermes e Héstia relacionados, mas à parte. Para enfatizar mais essa separação, Héstia é uma deusa virgem que nunca será penetrada, como também a mais velha deusa olímpica. Ela é tia solteirona de Hermes considerado como o mais jovem deus olímpico - uma união altamente improvável.
Desde os tempos gregos as culturas ocidentais têm enfatizado a dualidade, uma divisão ou diferenciação entre masculino e feminino, mente e corpo, logos e eros, ativo e receptivo, que depois se tornaram valores superiores e inferiores, respectivamente. Quando Héstia e Hermes eram ambos honrados nos lares e templos, os valores femininos de Héstia eram os mais importantes, e ela recebia as mais altas honras. Na época havia uma dualidade complementar. Héstia desde então foi desvalorizada e esquecida. Seus fogos sagrados não são mais cuidados e o que ela representa não é mais honrado.
Quando os valores femininos de Héstia são esquecidos e desonrados, a importância do santuário interior, interiorização para encontrar significado e paz, e da família como santuário e fonte de calor ficam diminuídos ou são perdidos. Além disso, o sentimento de uma ligação básica com os outros desaparece, como desaparece também a necessidade dos cidadãos de uma cidade, país ou da terra se ligarem por um elo espiritual comum.
Num nível místico, os arquétipos de Héstia e de Hermes se relacionam através da imagem do fogo sagrado no centro. Hermes-Mercúrio era o espírito alquímico Mercúrio, imaginado como fogo elementar. Tal fogo era considerado a fonte do conhecimento místico, simbolicamente localizado no centro da Terra.
Héstia e Hermes representam idéias arquetípicas do espírito e da alma. Hermes é o espírito que põe fogo na alma. Nesse contexto, Hermes é como o vento que sopra a brasa no centro da lareira, fazendo-a acender-se. Do mesmo modo, as idéias podem excitar sentimentos profundos, ou as palavras podem tornar consciente o que foi inarticuladamente conhecido e iluminado o que foi obscuramente percebido.
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Jean Shinoda Bolen (Goddesses in Everywoman)
“
Que os elos de amor que nos unem nesta vida continuem a nos conectar durante toda a eternidade!
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Alberto R. Timm (Meditações Diárias 2018 - Um Dia Inesquecível (Portuguese Edition))
“
Spontaneity and playing it by ear is fine for those who can afford it, but a boy from Eloe had to have a strategy
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Tayari Jones (An American Marriage)
“
Todo aquele que, movendo-se no finito, torna-se consciente da existência de algo Infinito, deve formar uma concepção da relação que existe entre ambos. Aqui duas possibilidades se apresentam. Ou o Infinito se revela ao homem, e por meio dessa revelação desvela a relação realmente existente; ou o Infinito permanece mudo e silencioso, tendo o próprio homem que adivinhar, conjecturar e representar para si mesmo essa relação mediante sua imaginação; isto é, de uma maneira artificial. A primeira possibilidade é a posição cristã. Havendo o Infinito, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, nos tempos passados, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho – sendo este Filho não um mistério silencioso, mas a Palavra eterna, criadora e expressiva. O paganismo, pelo contrário, sendo destituído da revelação, anseia pelo símbolo, criando assim seus ídolos, “que têm boca, mas não falam; têm ouvidos, mas não ouvem”. O símbolo é um elo fictício entre o Infinito invisível e o finito visível.
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Abraham Kuyper (Em toda a extensão do cosmos: textos selecionados de Abraham Kuyper)
“
O modelo de governação da União Económica e Monetária está baseado em características intergovernamentais, em instâncias como o Eurogrupo, mas também em instituições como o Banco Central Europeu, independentes de elos de legitimidade eleitoral. As decisões tomadas a esse nível podem ter grande impacto na política interna dos Estados-membros e no dia a dia dos cidadãos. Alguns consideram que foram tomadas decisões com pouco debate público, longe dos cidadãos, o que pode ter contribuído para aumentar o défice democrático.
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Nuno Sampaio (Eleições na União Europeia)
“
Brasil. É importante perceber que o objetivo de um “mito nacional” é produzir solidariedade social ao criar um elo comum entre os nacionais, ainda que seja produto da fantasia. O
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Jessé Souza (A Tolice da Inteligência Brasileira)
“
Eu era estrangeiro numa terra única. Isolada de um continente que não exercia mais sua influência. Eu era o calço, o elo entre dois mundos e estava prestes a sentir o cheiro da morte para todos os lados que eu apontasse.
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Luke Negreiros (No olho da Ilha)
“
Smart Valley Residence 0812 2330 9932 Bandung dkt Dago Elos
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Smart Village Residence Dago Bandung
“
We’ll have your head for this, Elogast,” snarled Graiis. “The king will know this is your doing. He will see it so.”
Elo let go of Graiis ad a soldier took him from behind and twisted the sword out of his hand. “He had my heart and lost it,” said Elo calmly. “My head is not on offer.
”
”
Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Before them stood Lessa Craier.
“Mother,” said Inara, her breath catching in her throat.
Behind her, rather worse for wear, was another dead woman: Kissen.
“Ina?” the godkiller said, her voice hoarse and breaking. She looked terrible. Worse than Inara felt. But Lessa Craier looked wonderful: her blade out and bloody, poised. Her mother’s long hair was slicked in a perfect braid, her tabard edged in Craier green and silver, embroidered with birds and leaves, and her leather chest plate was the same one she had kept in her armoury in their manor.
Their burned manor.
It took hearing Kissen call Ina’s name for Lessa’s mouth to tighten in recognition. No wonder: Inara must look very different to the soft little girl who had never left her home. Her mother’s colours fractured out into white, pure panic, then shifted into a fountain of golden foam, love or relief, before disappearing once more. Pulled back inside her frame. Hidden.
Kissen moved. Inara didn’t have time to think before the veiga charged past Lessa and pulled Inara away from the fire and into her arms, far from Arren’s blade.
“Kissen,” Inara said tentatively. She was real. She was completely real. No dream could smell so bad. Inara grabbed her back, holding in for safety, for terror and grief.
“You’re…you’re alive.”
She held her, tightly, as tight as she could hold a thing, and Kissen held her back as if she could use her body to shield her from the world. Lessa didn’t come to her, Lessa didn’t move.
“And kicking,” Kissen said. “Barely. I’m so sorry, I tried…I tried to come back to you.”
“Kissen!” Joy was on Elo’s face and in his colours, shining the mellow hues of fresh-baked bread with the reds of Kissen’s hair.
“Quiet,” said Arren, holding him tighter, but even the knife to his throat couldn’t dim Elo’s utter relief.
“Elogast,” said Kissen, her voice gruff with emotion, her eyes going from the knife, to Arren, and back to Elo, calculating. She covered it with a joke: “Looks like you’re in trouble again.”
Elo huffed out a breath of a laugh. “I should have known…” he said, his voice cracking with exhaustion and wonder. He grinned. “I should have known you were too stubborn to die.
”
”
Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Elo had never stood a chance. None of them had stood a chance in Lessica against a king of twigs with a heart of fire.
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Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
It is hard to deceive a god, but not impossible. She said you should keep your life, and I agreed for now. But I will kill you if you pose a breath of threat against me and mine.”
Elo chuckled. “And I’d kill you back, and then we’d be nowhere.” Canovan grunted, a puff of smoke rising. “So maybe let’s be done with comparing the size of our cocks or the lengths of our loathing, and instead talk about tactics.
”
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Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Please,” said Kissen. She had a knife in her other hand, but she held it by the blade. It had silver-grey stones that flickered. “Do you still have Aan’s gift?”
Inara blinked, surprised. “Y-yes.”
No lie, no connivance, no flicker. Kissen releasing her emotions was releasing vulnerability to the gods, to the world, to her.
“Inara Craier,” said Lessa strongly. “Listen to me, not her.”
Inara ignored her. “Take it,” she said to Kissen. “It’s around my neck.”
“Inara?” Lessa’s tone was both a question and a reprimand, she took another step forward, but Elo moved to guard her and Kissen, lifting his stolen knife. With her as well, her knight and protector.
“Stay back, Mother,” commanded Inara, and Lessa stopped on the tiles. Inara didn’t look back. “I mourned for you,” she said instead.
”
”
Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Do you really think you could best me with pain?” said Elo. “I am a knight, so you know what that means. I have killed gods of vengeance and of nightmares. I have taken blades and terror and fire. I have left my home, my family and my king for my honour. I have no patience for empty threats.
”
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Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Before then stood Lessa Craier.
“Mother,” said Inara, her breath catching in her throat.
Behind her, rather worse for wear, was another dead woman: Kissen.
“Ina?” the godkiller said, her voice hoarse and breaking. She looked terrible. Worse than Inara felt. But Lessa Craier looked wonderful: her blade out and bloody, poised. Her mother’s long hair was slicked in a perfect braid, her tabard edged in Craier green and silver, embroidered with birds and leaves, and her leather chest plate was the same one she had kept in her armoury in their manor.
Their burned manor.
It took hearing Kissen call Ina’s name for Lessa’s mouth to tighten in recognition. No wonder: Inara must look very different to the soft little girl who had never left her home. Her mother’s colours fractured out into white, pure panic, then shifted into a fountain of golden foam, love or relief, before disappearing once more. Pulled back inside her frame. Hidden.
Kissen moved. Inara didn’t have time to think before the veins charged past Lessa and pulled Inara away from the fire and into her arms, far from Arren’s blade.
“Kissen,” Inara said tentatively. She was real. She was completely real. No dream could smell so bad. Inara grabbed her back, holding in for safety, for terror and grief.
“You’re…you’re alive.”
She held her, tightly, as tight as she could hold a thing, and Kissen held her back as if she could use her body to shield her from the world. Lessa didn’t come to her, Lessa didn’t move.
“And kicking,” Kissen said. “Barely. I’m so sorry, I tried…I tried to come back to you.”
“Kissen!” Joy was on Elo’s face and in his colours, shining the mellow hues of fresh-baked bread with the reds of Kissen’s hair.
“Quiet,” said Arren, holding him tighter, but even the knife to his throat couldn’t dim Elo’s utter relief.
“Elogast,” said Kissen, her voice gruff with emotion, her eyes going from the knife, to Arren, and back to Elo, calculating. She covered it with a joke: “Looks like you’re in trouble again.”
Elo huffed out a breath of a laugh. “I should have known…” he said, his voice cracking with exhaustion and wonder. He grinned. “I should have known you were too stubborn to die.
”
”
Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
“
Thomas Merton once elo-quently stated, “To attain ... spiritual wisdom, one must first be liberated from servile dependence on the ‘wisdom of speech’ (1. Cor. 1:17).
”
”
David H. Rosen (The Tao of Jung: The Way of Integrity (Compass))
“
Meu estandarte estava atrás de mim, e atrairia homens ambiciosos. Eles queriam minha caveira como uma taça para beber, meu nome como troféu. Olhavam-me enquanto eu os olhava, e viam não um homem coberto de lama, mas sim um senhor de guerra com um elmo que tinha um lobo na crista, braceletes de ouro, malha de elos apertados e um manto azul-escuro com bainha de fios dourados e uma espada famosa por toda a Britânia. Bafo de Serpente era famosa, mas mesmo assim eu voltei a embainhá-la, porque uma espada longa não ajuda no abraço da parede de escudos. Em vez disso peguei Ferrão de Vespa, curta e mortal. Beijei sua lâmina e em seguida gritei meu desafio ao vento de inverno.
– Venham me matar! Venham me matar!
E eles vieram.
”
”
Bernard Cornwell (Crônicas Saxônicas 5 Volumes Box (O Último Reino, O Cavaleiro da Morte, Os Senhores do Norte, A Canção da Espada, Em Terra em Chamas))
“
Muidugimõista ta vältis ja kartis surma nagu kaalujälgija või tervisefašist, kes peljates kõige jubedamat isiklikku lõppu või ka heal juhul uuestisündi, mis saabuks talle tema enda või koguni universaalse vaimuga tegelemise läbi, keskendub selle asemel oma keha õlitamisele ja maise isiku kultiveerimisele.
”
”
Elo Viiding (Lühikesed ja lihtsad lood (Loomingu Raamatukogu #33/2016))
“
Sweet Talkin' Woman"
WHERE DID YOU GO?
I was searchin' SEARCHIN' on a one-way street,
I was hopin' HOPIN' for a chance to meet.
I was waitin' for the operator on the line.
SHE'S GONE SO LONG What can I do?
WHERE COULD SHE BE? No no no,
don't know what I'm gonna do,
I gotta get back to you.
You gotta slow down SLOW DOWN sweet talkin' woman SLOW DOWN
You got me runnin' RUN RUN you got me searchin'.
Hold on HOLD ON sweet talkin' lover HOLD ON
It's so sad if that's the way it's over.
I was WALKIN' many days go by,
I was thinkin' THINKIN' 'bout the lonely nights.
Communication breakdown all around.
SHE'S GONE SO LONG What can I do?
WHERE COULD SHE BE? No no no,
don't know what I'm gonna do,
I gotta get back to you.
You gotta slow down SLOW DOWN sweet talkin' woman SLOW DOWN
You got me runnin' RUN RUN you got me searchin'.
Hold on HOLD ON sweet talkin' lover HOLD ON
It's so sad if that's the way it's over.
I've been livin' LIVIN' on a dead end street,
I've been askin' ASKIN' KINDLY everybody I meet.
Insufficient data coming through.
SHE'S GONE SO LONG What can I do?
WHERE COULD SHE BE? No no no,
don't know what I'm gonna do,
I gotta get back to you.
Oh, slow down SLOW DOWN sweet talkin' woman SLOW DOWN
You got me runnin' RUN RUN you got me searchin'.
Hold on HOLD ON sweet talkin' lover HOLD ON
It's so sad if that's the way it's over.
Slow down SLOW DOWN sweet talkin' woman SLOW DOWN
You got me runnin', you got me searchin'.
Hold on HOLD ON sweet talkin' lover HOLD ON
It's so sad if that's the way it's over.
Slow down SLOW DOWN sweet talkin' woman SLOW DOWN
You got me runnin', you got me searchin'.
Hold on HOLD ON sweet talkin' lover HOLD ON
It's so sad if that's the way it's over. [repeat & fade out]
”
”
Elo
“
Misplaced Anxiety : Kita masih terus berusaha lari dari predator-predator ilusioner yang bahkan sudah tidak lagi berada di kenyataan kita saat ini.
Dafuqq! elo itu, cuma nambah berat badan 2 kilo, bukan mau dicerna uler boa prasejarah yang besarnya 2 x lipet transjakarta.
kekacauan asosiasi terkait perasaan 'terus menerus menjadi buruan spesies predator' dengan segala remeh temeh urusan manusia urban.
”
”
Ayudhia Virga
“
Lo pikir, kakak tua jambul kuning yang dimasukin dalem botol itu udah hal yang paling gila.
Makan ikan bakar di saung apung yang dibawahnya ada kolam ikannya. Trus selesai makan, lo buang remah-remahan sisa ‘ikan bakar’ dengan maksud kasih makan ‘ikan’ di kolam itu. That’s Madness.
Konsep nikmatin spesies yang udah jadi 'hidangan' di atas spesies 'calon hidangan' yang masih hidup. Entah ngerasa kalau itu kurang sadis atau apa, trus sisa-sisa anggota tubuhnya kita sodorin ke mereka buat dimakan lagi. Bisa ajakan, itu ternyata cuilan daging perut dari pacarnya si ikan yang mati dikorbanin buat makan siang lo semua.
Animal rights my ass. Elo semua itu cuma karnivora puncak rantai makanan yang pilih kasih. iya, elo semua.
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Ayudhia Virga
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Misplaced Anxiety : Kita masih terus berusaha lari dari predator-predator ilusioner yang bahkan sudah tidak lagi berada di kenyataan kita saat ini.
Dafuqq! Elo itu cuma nambah berat badan 2 kilo, bukan mau dicerna uler boa prasejarah yang besarnya 2 x lipet transjakarta.
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Ayudhia Virga
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All across the world, people are loyal to their tribe. --- (Pirio)
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Elisabeth Elo (North of Boston)
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Here Comes the Sun” – I like the version by Richie Havens “Be the Change” – MC Yogi “Oh, What a Beautiful Morning” – Ray Charles “Internal Heights” – Trevor Hall “Bright Side of the Road” – Van Morrison “We Let it Be” – Rickie Byars Beckwith “Safe, Secure, Peaceful, Satisfied” – Bukeka Shoals “Get Together” – The Youngbloods “Born Free” – Kid Rock “Don’t Stop” – Fleetwood Mac “Firework” – Katy Perry “Hope” – Shaggy “I Feel Fine” – The Beatles “Take It Any Way You Want It” – The Outlaws “Hold On Tight” – ELO “Imagine the Impossible” – Zapped “Roll with It” – Steve Winwood “Walking on Sunshine” – Katrina & The Waves “Hold On” – Wilson Phillips “Accentuate the Positive” – The Sunnysiders “I Just Want to Celebrate” – Rare Earth
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Will Bowen (Happy This Year!: The Secret to Getting Happy Once and for All)
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Your weakness - the weakness of your soft American life - is you think that all people are like you, that reason can explain everything in this world. You expect two plus two to equal four. But it doesn't. It equals whatever the powerful say it does. If they say it equals a hundred and eight, the mathematicians will prove it's so. --- (Milosa Kasparov)
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Elisabeth Elo (North of Boston)
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Pegadinha de portugues: Ser mau não é bom e ser bom não é mal. Assim deve ser o elo, a beleza do olhar.. um momento belo como o orvalho e chuva que a terra vira a molhar...Realmente... bem cruel com a verdade e crua, lua de fel, beijos de mel e o mal que nos segura... Loucuras ou luxúria em volupias. Não há luxo. Se todo são lixos. Tolos caprichos. Para quê seguir errando se há um outro caminho a trilhar que diz sobre a verdade, a esperança e a brandura a nos iluminar.
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Ana Claudia Antunes (Felicidade de A a Z"-"Dicas para viver e romper as barreiras que separam você do emprego dos seus sonhos (Portuguese Edition))
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If we commit to violence, when will it stop?’
‘If we do not,’ countered Elo, ‘will anything change?’
- Elogast
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Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods, #2))
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In fact, software and hardware have progressed so rapidly that by 2009, chess programs running on ordinary personal computers, and even mobile phones, have achieved grandmaster levels with Elo ratings of 2,898 and have won tournaments against the top human players.
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Erik Brynjolfsson (The Second Machine Age: Work, Progress, and Prosperity in a Time of Brilliant Technologies)
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I’m wearing my ELO shirt you slept in, not because it smells good, but because I owe them an apology for your ineptitude.
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Ren Alexander (Unhinged (Unraveled Renegade #2))
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Pop art from the sixties lingered on as a movement, mutating and becoming more ironic as it drifted further from its origins. Compared to some of the dour work of the conceptualists and minimalists, one felt that at least these artists had a sense of fun. Warhol, Rauschenberg, Rosenquist, Lichtenstein, and their kin were about embracing, in a peculiar, ironic way, a world with which we were familiar. They accepted that pop culture was the water in which we all swam. I think I can speak for a lot of the musicians in New York at that time and say that we genuinely liked a lot of pop culture, and that we appreciated workmanlike song craft. Talking Heads did covers of 1910 Fruitgum Company and the Troggs, and Patti Smith famously reworked the über-primitive song “Gloria” as well as the soul song “Land of 1,000 Dances.” Of course, our cover tunes were very different from those we would have been expected to play if we had been a bar band that played covers. That would have meant Fleetwood Mac, Rod Stewart, Donny & Marie, Heart, ELO, or Bob Seger. Don’t get me wrong, some of them had some great songs, but they sure weren’t singing about the world as we were experiencing it. The earlier, more primitive pop hits we’d first heard on the radio as suburban children now seemed like diamonds in the rough to us. To cover those songs was to establish a link between one’s earliest experience of pop music and one’s present ambitions—to revive that innocent excitement and meaning.
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David Byrne (How Music Works)
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Se eu tivesse que escolher uma forma de traição que tenha aparecido com muita frequência em minha pesquisa e que tenha se mostrado a mais perigosa em termos de corrosão do elo de confiança em um relacionamento, eu mencionaria o descompromisso.
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Brené Brown (A coragem de ser imperfeito: Como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem você é)
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Porque todos nós somos seres individuais, regressados da outra margem, escura, segregada a nós. Somos elos e figuras sem pontas, sem lados, encaixados, propositalmente, no âmbito familiar.
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Br Reader Br - (As Horas: Esboços do Tempo)
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Carekê mirovekî belengaz hebû, xwarina wî her tim ji kîsî çak û qencan bû. Rojekê ji rojan mirovekî bi xêra bavê xwe hêkek da wî. Wî jî hêka xwe nexwar, li ber dîwarekî rawestiya, ji xwe re ket nav xeyalên kûr û di dilê xwe de wiha digot; Ez vê hêkê naxwim, ez ê bibim bidim bin mirîşka cîranê me ya kurk, hêka min wê piştî bîst rojan bibe çîçik. Got: Ew çîçîk wê mezin bibe, bibe mirîşk. Mirîşka min wê gelek hêkan bike, ez ê hêkên wê bidim hev, dema kurk bibe ez ê wan hêkan bixim bin. Mirîşka min ê ji min re gelek çîçikan derxe. Paşê çîçikên min ê mezin bibin, ew jî ê bibin mirîşk. Her ku nifşek mezin bû, ez ê dikên wan bifiroşim ji xwe re pê pez bikirim. Digot; pezê min ê zêde bibe, her nifşekî ez ê berx kavirên wan bifiroşim, ji xwe re zeviyan bikirim, ce, genim, nok û nîskan biçînim. Ez ê pê gelek dewlemend bibim û ji xwe re qesrekê avakim û bibim axayê êlekê. Piştî ku ez bibim axa ez ê keça axayê eşîra jorîn ji xwe re bînim, kurekî min ê ji wê bibe, ez ê pê şa bibim û bibêjim; Elo, Elo were milê bavê xwe...
Zilam dema ku herdu destên xwe ji bo Elo dirêj kirin, hêka wî ji destê wî kete erdê û şikest.
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Mehmet Oncu (101 Biwêj 101 Çîrok)
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Um único elo quebrado numa grande corrente
destruirá toda a corrente. Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) em:
Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister
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Ulrich Duprée (Ho´Oponopono E As Constelações Familiares: Para Relacionamentos, Amor e Perdão (Portuguese Edition))
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Pois, em verdade, o que é aproximar-se do tirano senão recuar mais de sua liberdade e, por assim dizer, apertar com as duas mãos e abraçar a servidão? Que ponham um pouco de lado sua ambição e que se livrem um pouco de sua avareza, e depois, que olhem-se a si mesmos e se reconheçam; e verão claramente que os aldeões, os camponeses que espezinham o quanto podem e os tratam pior do que a forçados ou escravos — verão que esses, assim maltratados, são no entanto felizes e mais livres elo que eles. O lavrador e o artesão, ainda que subjugados, ficam quites ao fazer o que lhes dizem; mas o tirano vê os outros que lhe são próximos trapaceando e mendigando seu favor; não só é preciso que façam o que diz mas que pensem o que quer e amiúde, para satisfazê-lo, que ainda antecipem seus pensamentos. Para eles não basta obedecê-lo, também é preciso agradá-lo, é preciso que se arrebentem, que se atormentem, que se matem de trabalhar nos negócios dele; e já que se aprazem com o prazer dele, que deixam seu gosto pelo dele, que forçam sua compleição, que despem o seu natural, é preciso que estejam atentos às palavras dele, à voz dele, aos sinais dele, e aos olhos dele; que não tenham olho, pé, mão, que tudo esteja alerta para espiar as vontades dele e descobrir seus pensamentos. Isso é viver feliz? Chama-se a isso, viver? Há no mundo algo menos suportável do que isso, não digo para um homem de coração, não digo para um bem-nascido, mas apenas para um que tenha o senso comum ou nada mais que a face de homem? Que condição é mais miserável que viver assim, nada tendo de seu, recebendo de outrem sua satisfação, sua liberdade, seu corpo e sua vida?
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Étienne de La Boétie (The Politics of Obedience: The Discourse of Voluntary Servitude)
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Tarzan-tyyppisen olennon [on] vaikeaa, ellei suorastaan mahdo tonta sopeutua suomalaiseen metsään. Metsiköiden rakenne, pui den latvusominaisuudet, eläinten synkkämielisyys, ankara arkti nen ilmasto ja ihmisten tosikkomaisuus ovat kaikki yhdessä tylynä esteenä Tarzanin elämäntyylille. Sellaista on elo Suomen metsäisellä kamaralla; kaikki vieras ja outo kuolee, mielikuvitus katkoo siipensä, kaikki rehevä täällä taitetaan, kirkkaammat kukat lakastuvat kovin varhain ja vieraat, suurisilmäiset, helmiäiskoristeiset linnut murta vat hennon nokkansa lintulaudan talikönttiin.
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Veikko Huovinen
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Ação direta, autogestão e ensinamento mútuo são três palavras que devem andarem juntas, assim formando o seu elo e verdadeiro sentido, para a transformação social.
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Valter Bitencourt Júnior
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Uma polegada é tudo quando se trata de estabelecer o equilíbrio. A Igreja não podia consentir um ínfimo desvio em algumas coisas, se quisesse continuar a sua grande e ousada experiência de equilíbrio irregular. Consentisse ela, uma vez, que uma ideia se tornasse menos poderosa, e logo outra ideia tornar-se-ia demasiadamente poderosa. Não era um rebanho de carneiros que o pastor cristão estava conduzindo, mas sim uma manada de touros e tigres, de ideias terríveis e doutrinas devoradoras, cada uma delas forte o bastante para retomar uma falsa religião e devastar o Mundo. Lembremo-nos de que a Igreja foi, propositadamente, ao encontro de ideias perigosas: foi como um domador de leões. A ideia de um nascimento por obra e graça do Espírito Santo, a ideia da morte de um ser divino, do perdão dos pecados, da realização das profecias, tudo são ideias que - qualquer um pode ver - não precisam de mais do que um leve toque para se converterem em algo de blasfemo e feroz. Os artífices do Mediterrâneo deixaram um elo mais fraco, e logo o leão do pessimismo ancestral arrebentou as suas correntes nas esquecidas florestas do Norte. Destas equalizações teológicas falarei mais tarde. Por ora, basta apenas notar que, se um pequeno erro fosse cometido na doutrina, cometer-se-iam erros enormes e crassos o que dizia respeito à felicidade humana. Uma frase mal expressa sobre a natureza do simbolismo teria despedaçado todas as melhores estátuas da Europa. Um deslize numa definição podia fazer parar todas as danças, fazer murchar todas as árvores de Natal ou quebrar todos os ovos de Páscoa. As doutrinas tinham de ser definidas dentro de rigorosos limites, de forma que o homem pudesse gozar as liberdades gerais que lhe eram concedidas. A Igreja tinha de ser cuidadosa, quanto mais não fosse para que o Mundo pudesse ficar despreocupado.
Este é o impressionante romance da ortodoxia. [...] Era a sanidade: e ser são é mais dramático do que ser louco. Era o equilíbrio de um homem atrás de cavalos lançados em louca correria, parecendo cair aqui e levantar-se acolá, mas conservando em todas as suas atitudes a graça da escultura e a precisão da aritmética. A Igreja, nos seus remotos dias, avançou feroz e firme como um cavalo de guerra; no entanto, é absolutamente anti-histórico dizer que ela avançava como louca em direção a uma ideia, como acontece com o fanatismo vulgar. Ela sempre soube desviar-se para a direita ou para a esquerda, com o fim único de evitar enormes obstáculos. Por um lado, deixou a enorme massa do arianismo, escorada por todos os poderes do Mundo, para tornar o Cristianismo demasiadamente mundano. No instante seguinte, teve de se desviar novamente para fugir a um orientalismo que teria tornado o Cristianismo deveras dissociado deste mundo. A Igreja ortodoxa nunca seguiu um caminho já aplanado, nem aceitou as convenções; a Igreja ortodoxa nunca foi respeitável. Teria sido mais fácil ter aceitado o poder terreno dos Arianos. Teria sido fácil, no calvinista século XVII, ter caído no poço sem fundo da predestinação. É fácil ser louco; é fácil ser herege. É sempre fácil acompanhar os tempos; o difícil é conservar a própria personalidade. É fácil ser modernista, assim como é fácil ser esnobe. Ter caído numa dessas armadilhas criadas pelo erro e pelo exagero que, moda após moda e seita após seita, estabeleceram-se ao longo do histórico caminho do Cristianismo - seria coisa indubitavelmente simples. É sempre fácil cair: há uma infinidade de ângulos que nos podem provocar a queda, mas há apenas um onde podemos nos firmar. Ser arrastado por qualquer dessas teorias novas, desde o Gnosticismo até a Ciência Cristã, teria, sem dúvida, sido óbvio e fácil. Mas ter evitado todas essas coisas foi uma alucinante aventura; e, na minha visão, o carro celestial segue trovejando através das eras, as obscuras heresias debatem-se por terra, mas a verdade intrépida e bravia, embora vacile, conserva-se ereta.
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G.K. Chesterton (Orthodoxy)
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But home isn’t where you land; home is where you launch. You can’t pick your home any more than you can choose your family. In poker, you get five cards. Three of them you can swap out, but two are yours to keep: family and native land. I’m not talking bad about Eloe.
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Tayari Jones (An American Marriage)
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Tumben. Bisanya mbak Ninuk itu paling cepat menanggapi naskah novel yang gue kirim. Kenapa sekarang segini merepotkan ya?”
“Ya..., ajarin dong adik perempuanmu itu supaya nggak seperti anak kecil gitu. Umurnya kan sudah 26 tahun!”
“Percuma, Ma, emang kebiasaan dari orok tuh si Mey,” gerutu Leon yang menyedok sepiring nasi goreng bumbu kari buatan Mama.
“Bang…. Emang ada ya naskah tertolak?”
“Ya iyalah, pastinya akan ada naskah tertolak! Hari gini yang namanya bisnis itu harus mengikuti arus jaman. Dan elo harus bisa ikuti selera pasar, bukan pasar ngikutin selera elo yang nggak jelas gitu. Kecuali nih ya, lo itu pemilik dari penerbitan lo sendiri, mau bikin tulisan gila, rada gila, atau setengah gila, terserah lo. Tapi, kalau lo pakai sistem penerbit konvensional seperti yang lo jalanin gitu, ya kudu nrimo tertolak!” ceramah Leon dengan lagak sok tahunya yang mulai kumat.
“Kalau kamu seorang penulis, maka kamu harus mau mengikuti selera pasar...”
“Cinta itu bukan dirasakan dari hati, tapi elo mesti ngerasain cinta itu dari sentuhan bibir pasangan lo, supaya elo nggak kena tipu sentuhan bibir cowok lain. Cobain deh,” begitu nasihat Nisa yang sama seperti Eli sudah kebal bolak-balik ganti pasangan.
“Haruskah kamu menjual diri dengan menciumku untuk meloloskan sebuah naskah?”
“Emangnya lo pikir pembaca itu nggak punya hati nurani? Kalau yang lo angkat itu hanya konsep cinta text book, gue yakin deh, isi novel lo bakal datar-datar aja!” ucap Arin.
“Hu-uh! Mana mungkin gue sembarangan nyari cowok buat sekadar nyicipin gimana rasanya pacaran itu?...”
“Huuh..., cinta…, cinta! Merepotkan banget, sih!”
“Hu-uh! Nyari kesempatan gratis dalam kesempitan tuh, Bos!”
“Loh, kok, dia nggak kasih ucapan selamat jalan ke gue, ya?”
“Nih, permen cokelat, makan aja dulu buat ngilangin rasa mual dan takut lo,”
“Maaf saya tidak bermaksud lancang sama kamu,”
“Bukan kamu yang salah, gue kok yang salah!”
“Jatuh cinta bisa membuat hati seseorang berbunga-bunga”, tetapi “Kehilangan orang yang dicintai tanpa pernah terucap sangatlah menyakitkan”.
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Pio (Verlieben)
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Campitelli and Gobet found that 10,000 hours was not far off in terms of the amount of practice required to attain master status, or 2,200 Elo points, and to make it as a pro. The average time to master level in the study was actually about 11,000 hours—11,053 hours to be exact—so more than in Ericsson’s violin study. More informative than the average number of practice hours required to attain master status, however, was the range of hours. One player in the study reached master level in just 3,000 hours of practice, while another player needed 23,000 hours. If one year generally equates to 1,000 hours of deliberate practice, then that’s a difference of two decades of practice to reach the same plane of expertise. “That was the most striking part of our results,” Gobet says. “That basically some people need to practice eight times more to reach the same level as someone else. And some people do that and still have not reached the same level.”* Several players in the study who started early in childhood had logged more than 25,000 hours of chess practice and study and had yet to achieve basic master status. While the average time to master level was 11,000 hours, one man’s 3,000-hours rule was another man’s 25,000-and-counting-hours rule. The renowned 10,000-hours violin study only reports the average number of hours of practice. It does not report the range of hours required for the attainment of expertise, so it is impossible to tell whether any individual in the study actually became an elite violinist in 10,000 hours, or whether that was just an average of disparate individual differences.
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David Epstein (The Sports Gene: Inside the Science of Extraordinary Athletic Performance)
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Patriotism is the only motivation I can find for agreeing to undergo this bizarre experience, and that doesn't go very far. I suppose, on a deeper level, I'm also cursed with the human need to know who and what I am." --Pirio Kasparov
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Elisabeth Elo (North of Boston)
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en Nueva York, pero este calor aquí en el sur es pura
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Elo Lpz (Las dos caras del millonario: Romantica Contemporanea (Spanish Edition))
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Were you in love with him? Did you used to fuck? Is that it? Because this would make a lot more sense if you did."
"No," said Elo, sighing. "Not everything is about sex.
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Hannah Kaner (Godkiller (Fallen Gods, #1))
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If we commit to violence, when will it stop?’ ‘If we do not,’ countered Elo, ‘will anything change?
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Hannah Kaner (Sunbringer (Fallen Gods #2))
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Para provar que certo acontecimento é real, precisamos nos basear em alguma realidade. Nossas memórias e sensações são incertas e parciais demais. Em muitos casos é impossível distinguir se um fato que acreditamos perceber é mesmo um fato ou apenas algo que nós percebemos como fato. Então, para fixar uma realidade como tal, precisamos de mais uma realidade — uma realidade adjacente — a partir da qual podemos relativizá-la. Porém, essa realidade adjacente também demanda alguma base para se confirmar como realidade. Ou seja, há outra realidade adjacente, que prova que a anterior é real. Essa cadeia se estende a perder de vista em nossa mente, e não seria exagero dizer que em certo sentido é justamente essa continuidade, a manutenção dessa cadeia, que forma a existência de cada um de nós. Mas se, por algum motivo, um elo dessa corrente se parte, você fica desorientado. Qual é a verdadeira realidade? Aquilo
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Haruki Murakami (Sul da fronteira, oeste do sol (Portuguese Edition))