Boa Sorte Quotes

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deus tem que ser substituído rapidamente por poe- mas, sílabas sibilantes, lâmpadas acesas, corpos palpáveis, vivos e limpos. a dor de todas as ruas vazias. sinto-me capaz de caminhar na língua aguçada deste silêncio. e na sua simplicidade, na sua clareza, no seu abis- mo. sinto-me capaz de acabar com esse vácuo, e de aca- bar comigo mesmo. a dor de todas as ruas vazias. mas gosto da noite e do riso de cinzas. gosto do deserto, e do acaso da vida. gosto dos enganos, da sorte e dos encontros inesperados. pernoito quase sempre no lado sagrado do meu cora- ção, ou onde o medo tem a precaridade doutro corpo. a dor de todas as ruas vazias. pois bem, mário - o paraíso sabe-se que chega a lis- boa na fragata do alfeite. basta pôr uma lua nervosa no cimo do mastro, e mandar arrear o velame. é isto que é preciso dizer: daqui ninguém sai sem cadastro. a dor de todas as ruas vazias. sujo os olhos com sangue. chove torrencialmente. o filme acabou. não nos conheceremos nunca. a dor de todas as ruas vazias. os poemas adormeceram no desassossego da idade. fulguram na perturbação de um tempo cada dia mais curto. e, por vezes, ouço-os no transe da noite. assolam-me as imagens, rasgam-me as metáforas insidiosas, porcas. ..e nada escrevo. o regresso à escrita terminou. a vida toda fodida - e a alma esburacada por uma agonia tamanho deste mar. a dor de todas as ruas vazias.
Al Berto (Horto de incêndio)
Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos na vida; vão como sonâmbulos, em sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita daquilo que lhes acontece. Ouvireis como falam em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre o seu entorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, si analisásseis sumariamente essas idéias, notaríeis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundásseis mais na análise acharíeis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Antes o contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar a sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é o caos no qual se está perdido. O homem o suspeita: porém o assusta encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura oculta-la com uma cortina fantasmagórica onde tudo está muito claro. Não lhe importa que suas 'idéias" não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como instrumentos para afugentar a realidade
José Ortega y Gasset (The Revolt of the Masses)
You're a Parselmouth. Why didn't you tell us?" "I'm a what?" said Harry. "A Parselmouth!" said Ron. "You can talk to snakes!" "I know," said Harry. "I mean, that's only the second time I've ever done it. I accidentally set a boa constrictor on my cousin Dudley at the zoo once- long story- but it was telling me it had never seen Brazil and I sort of set it free without meaning to- that was before I knew I was a wizard-" "A boa constrictor told you it had never seen Brazil?" Ron repeated faintly. "So?" said Harry. "I bet loads of people here can do it." "Oh, no they can't," said Ron. "It's not a very common gift. Harry, this is bad." "What's bad?" said Harry, starting to feel quite angry. "What's wrong with everyone? Listen, if I hadn't told that snake not to attack Justin-" "Oh, that's what you said to it?" "What d'you mean? You were there- you heard me-" "I heard you speaking Parseltongue," said Ron. "Snake language. You could have been saying anything- no wonder Justin panicked, you sounded like you were egging the snake on or something- it was creepy, you know-" Harry gaped at him. "I spoke a different language? But- I didn't realize- how can I speak a language without knowing I can speak it?" Ron shook his head. Both he and Hermione were looking as though someone had died. Harry couldn't see what was so terrible. "D'you want to tell me what's wrong with stopping a massive snake biting off Justin's head?" he said. "What does it matter how I did it as long as Justin doesn't have to join the Headless Hunt?" "It matters," said Hermione, speaking at last in a hushed voice, "because being able to talk to snakes was what Salazar Slytherin was famous for. That's why the symbol of Slytherin House is a serpent." Harry's mouth fell open. "Exactly," said Ron. "And now the whole school's going to think you're his great-great-great-great-grandson or something..." "But I'm not," said Harry, with a panic he couldn't quite explain. "You'll find that hard to prove," said Hermione. "He lived about a thousand years ago; for all we know, you could be.
J.K. Rowling (Harry Potter and the Chamber of Secrets (Harry Potter, #2))
Geralmente, deseja-se boa-sorte a um aluno, nomeadamente quando este vai realizar um exame. Mas, um bom aluno não depende de sorte ou acasos. Ele determina o seu sucesso e o seu futuro.
Daniel Marques (O Melhor Estudante: Descrição da Estratégia do Aluno com Sucesso)
Uma maneira cómoda de travar conhecimento com uma cidade é descobrir como lá se trabalha, como se ama e como se morre. Na nossa pequena cidade, talvez por efeito do clima, tudo se faz ao mesmo tempo, com o mesmo ar frenético e distante. Ou seja, as pessoas aborrecem-se e aplicam-se a criar hábitos. Os nossos concidadãos trabalham muito, mas apenas para enriquecerem. Interessam-se principalmente pelo comércio e ocupam-se, em primeiro lugar, segundo a sua própria expressão, em fazer negócios. Naturalmente, têm gosto pelos prazeres simples, gostam das mulheres, do cinema e dos banhos de mar. Porém, muito sensatamente, reservam os prazeres para os domingos e os sábados à noite, procurando nos outros dias da semana ganhar muito dinheiro. À tarde, quando saem dos escritórios, reúnem-se a uma hora fixa nos cafés, passeiam na mesma avenida ou põem-se às varandas. Os desejos dos mais novos são violentos e breves, enquanto os vícios dos mais velhos não vão além das associações de bolómanos, os banquetes das amicales e as assembleias onde se joga forte sobre a sorte das cartas. Dir-se-á que nada disso é peculiar à nossa cidade e que, em suma, todos os nossos contemporâneos são assim. Sem dúvida, nada há de mais natural, hoje em dia, do que ver as pessoas trabalharem de manhã à noite e perderem em seguida, a jogar às cartas, no café, ou a dar à língua, o tempo que lhes resta para viverem. Mas há cidades e países onde as pessoas têm, de tempos a tempos, a suspeita de que existe mais alguma coisa. Isso, em geral, não lhes modifica a vida. Simplesmente houve essa suspeita, e sempre é um ganho. Orão, pelo contrário, é uma cidade sem suspeitas, ou seja, uma cidade inteiramente moderna. Não é, pois, necessário precisar a maneira como se ama entre nós. Os homens e as mulheres ou se devoram rapidamente no chamado ato do amor ou se entregam a um longo hábito entre dois. Também isso não é original. Em Orão, como no resto do mundo, por falta de tempo e de reflexão, é-se obrigado a amar sem o saber. O que é mais original na nossa cidade é a dificuldade que lá se encontra em morrer. Dificuldade, aliás não é o termo exato: seria mais justo falar em desconforto. Nunca é agradável estar doente, mas há cidades e países onde nos amparam na doença e onde se pode, de certo modo, deixar correr. Um doente precisa de ternura, gosta de se sentir apoiado em qualquer coisa, o que é bastante natural. Em Orão, porém, os excessos do clima, a importância dos negócios que lá se tratam, a insignificância da paisagem, a rapidez do crepúsculo e a qualidade dos prazeres, tudo exige boa saúde. Um doente, lá, encontra-se muito só. Como pensar então naquele que vai morrer, apanhado na armadilha por detrás das paredes crepitantes do calor, enquanto no mesmo minuto toda uma população, ao telefone ou nos cafés, fala de letras de câmbio, de mercadorias recebidas ou de descontos? Compreender-se-á o que há de desconfortável na morte, mesmo moderna, quando ela sobrevém num lugar tão árido.
Albert Camus (The Plague)
A Morte Devagar Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições. Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo. Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Martha Medeiros
A beleza do pôquer é que, embora a sorte esteja sempre envolvida, ela não determina os resultados a longo prazo. Uma pessoa pode receber uma mão horrível e vencer alguém com uma mão sensacional. A pessoa que recebe boas cartas tem uma probabilidade maior de ganhar, é claro, mas, no final das contas, o vencedor é determinado pelas — sim, você adivinhou — escolhas que faz ao longo do jogo. Eu vejo a vida da mesma forma. Todos nós recebemos cartas aleatórias no início do jogo, alguns, cartas melhores. E, embora seja fácil nos fixar no que está na mão e sentir que nos ferramos, na verdade o jogo está nas escolhas que fazemos com essas cartas, nos riscos que decidimos correr e nas consequências com as quais escolhemos viver. Quem, de maneira consistente, faz as melhores escolhas diante das situações que se apresentam acaba ganhando no pôquer, e na vida. Não necessariamente quem tem as melhores cartas.
Mark Manson (A sutil arte de ligar o f*da-se)
Na estrada, liguei o rádio e, por sorte, tocava Mozart. A vida pode ser boa em certos momentos, mas, ás vezes, isso depende de nós.
Charles Bukowski (The Captain is Out to Lunch and the Sailors Have Taken Over the Ship)
Deus, me conceda serenidade para aceitar o que não posso mudar, tenacidade para mudar o que posso e boa sorte para não fuder tudo com muita frequência.
Stephen King
Uma pesquisadora inglesa especialista no tema, Kate Atkin, lista a seguinte fórmula para lidar com esse problema: • Fale sobre o assunto e o que sente. Logo perceberá que não está sozinho e que boa parte das pessoas sente o mesmo que você (e foi por isso que a Paula propôs aqueles stories no Instagram); • Reconheça o seu sucesso e não atribua o que conquista à sorte ou ao trabalho duro. Sem o seu talento e habilidade, você não alcançaria os mesmos resultados; • Entenda que ninguém é perfeito e aceite que você vai fracassar em algum momento. Não use o fracasso como um reflexo de quem você é, apenas aprenda com ele; • Pare de se comparar com os outros, compare-se consigo mesmo para perceber a sua evolução ao longo do tempo. Eu ainda acrescentaria outros dois pontos nessa lista: 1. Permita-se pedir ajuda! Além da ideia da perfeição nata para o desenvolvimento de uma habilidade, em muitos momentos existe a concepção
Marcelo Pimenta (Economia da Paixão: Como ganhar dinheiro e viver mais e melhor fazendo o que ama)